Melhores Álbuns Internacionais de 2018

Pois 2018 trouxe boas surpresas em termos de álbuns. Muitos artistas consagrados voltaram com novos lançamentos e outros não tão consagrados assim lançaram aquele álbum que certamente já os colocam como nomes a prestar atenção. Fizemos então nossa lista dos álbuns que mais chamaram a nossa atenção este ano:

1. Mitski- Be The Cowboy

O que mais chama a atenção em Be The Cowboy, e talvez uma das características que mais esteja em falta tanto no rock e pop mundial é  a sinceridade das canções. Direta e com metáforas bem brutais- Mitski consegue expressar bem como é estar sozinha, ter o coração partido, além dos nossos conflitos internos acompanhados de melodias que também conversam e traduzem  os temas. Músicas curtas e a experimentação foram os trunfos do álbum, que é fácil de ouvir e de viciar.

Destaques: “Nobody”, “Geyser”, “A Pearl”, “Washing Machine Heart”, “Two Slow Dancers”

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2 Robyn- Honey

O oitavo álbum da Robyn pode ter demorado para chegar, mas não desapontou em nada Robyn começou a trabalhar no álbum em 2015 logo após uma separação e a morte do amigo e também colaborador Christian Falk. Experimentando e não errando com elementos de Disco Music e dance, Robyn ainda traz os vocais característicos do pop sueco além dos temas sentimentais- tudo com uma maestria linda!

Destaques: “Missing U”, “Honey”, “Human Being”, “Between The Lines”

3 Natalie Prass-The Future And The Past

Natalie Prass já tinha o álbum pronto para entrar em estúdio, mas não contente, reescreveu todo o disco, e adicionou mais algumas canções. Continuando a fazer um som com aquele ritmo irresistível com um instrumental rico e bem explorado, sem perder as letras com ótimas mensagens ( “Sisters” e “Ships Go Down”), Prass também aborda bem o campo sentimental ( “Lost” e “Far From You”) sem perder a magia e todas as boas vibrações de seu som. Mais maduro e consolidando o som do primeiro álbum, é um álbum pra escutar e curtir.

Destaques: “Oh My”, “Lost”, “Ships Go Down”, “Fire”, “Short Court Style”

4 Snow Patrol- Wildness

Mais um álbum vindo de estrema sinceridade, Gary Lightbody abre o coração e toca em temas que o atormentaram nos últimos anos. Do bloqueio mental que passou para escrever novas canções para o Snow Patrol ao alcoolismo, tentativas de suicídio e uma abordagem delicada da demência de seu pai, os temas foram bem explorados com as melodias que experimentam bem com o eletrônico sem deixar o som da banda ser ofuscado.

Destaques: “A Dark Switch”, “Life On Earth”, “Empress” e “What IF This Is All The Love You’ll Ever Get”

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5 Franz Ferdinand- Always Ascending

Também demorou um bom tempo para a banda escocesa Franz Ferdinand lançar material novo. Com a saída do guitarrista Nick McCarthy, a banda chamou Julian Corrie (também conhecido como Miaoux Miaoux) e Dino Bardot para integrar a banda. Kapranos, Paul and Bob junto com Julian entraram no estúdio e juntaram o som característico do Franz com um eletrônico bem introduzido por Julian Corrie.  O álbum também traz bom destaques em letras, com “Slow Don’t Kill Me Slow” e “The Academy Awards”. Rejuvenecido e trazendo o melhor do indie, Franz mostra que é sim possível se reinventar sem perder o essencial da banda.

Destaques: “Always Acending”, “Fiinally”, “The Academy Awards”, “Slow Don’t Kill Me Slow”, “Paper Cages”

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6 The Wombats- Beautiful People Will Ruin Your Life

O sexto álbum do trio Wombats é recheado de ótimas canções com um bom uso do eletrônico deixando o indie da banda ainda mais interessante. Uma das poucas bandas que realmente conseguiram integrar batidas e sons eletrônicos que ajudem a compor o som organicamente. Seguindo com letras super engraçadas e com ótimas metáforas, a banda realmente fez um dos melhores e mais gostosos álbuns para se ouvir e curtir este ano.

Destaques: “Turn”, “Lemon to a Knife Fight”, “I Only Wear Black”, “Dip You In Honey”

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8. Florence  +The Machine- High as Hope

Em um dos álbuns mais honestos que Florence escreveu, a cantora abre o peito e fala abertamente sobre seus medos sem as famosas metáforas de água. Relembrando seu passado em “South London Forever”, agradecendo sua irmã em “Grace”, mostrando sua admiração por Patti Smith em “Patricia”, além de ter os pés no chão sobre sua escrita em “Sky Full of Song” e que a felicidade nem sempre é algo grande em “No Choir”. O mais sincero e um dos álbuns mais bonitos de Florence:

Destaques: “Hunger”, “Sky Full Of Song”, “South London Forever”, “No Choir”

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9 Miles Kane- Coup de Grace

Intensificando a veia rock and roll, Miles Kane oferece o álbum mais consistente e maduro de sua carreira. No meio do processo de criação do álbum, Miles rompeu com a então namorada, o que influenciou bastante nas letras das canções. Jamie T participou  e ajudou Miles escrever o álbum que ficou com muito mais guitarras, e com a característica do músico.

Destaques: “Coup de Grace”, “Loaded”, “Too Little Too Late”, “Cry On My Guitar” e “Something To Rely On”

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10 Gorillaz- The Now Now

O esperado álbum Humanz (2017) pode ter desapontado muita gente (eu inclusa). Sem a voz de Damon Albarn como 2D, parecia que a principal característica da banda de animação tinha sido ignorada com todas as participações. Pois bem, Gorillaz então decidiu lançar outro álbum. The Now Now tem canções com os arranjos com a atmosfera da banda mesclando bem eletrônicos e com um tom mais tranquilo- já que se passa no mundo/cabeça de 2D, que está livre das garras do Murdoc, pelo menos nesta era.

Destaques: “Hollywood”, “Humility”, “Fire Flies”, “Lake Zurich” e “Tranz”

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Melhores Álbuns Nacionais de 2018

2018 pode estar no fim mas trouxe vários álbuns que não só marcaram o ano, mas vão continuar conosco por bastante tempo. O campo nacional foi bem produtivo com a volta de alguns nomes que esperávamos a tempo, ou aquele álbum que surgiu e conquistou nossos corações. Aqui está nossa seleção dos álbuns que mais ouvimos, absorvemos e aprendemos neste ano.

 

1 Dingo Bells- Todo Mundo Vai Mudar

O segundo álbum do Dingo Bells só confirma a habilidade da banda em abordar temas de complexidade nas letras com metáforas variadas em um ritmo irresistível e abrindo para um pouco de experimentação (“Aos Domingos”). Com o tema “Mudança” a banda trafega por diversos momentos em que enfrentamos mudanças na nossa vida, seja com amigos, passar do tempo etc, além de escrever letras com extrema sinceridade.

Destaques: “Sinta-se em Casa”, “Todo Mundo Vai Mudar”, “Tudo Trocado”, “Na Carona”

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2 5 a Seco- Síntese

Demorou para o sucessor de Policromo (2014) surgir, mas 5 a seco surpreendeu bastante com o terceiro álbum Síntese. Com 13 faixas, a banda experimenta bastante com guitarras ( que é um dos melhores toques especiais do álbum) mas ainda mantém a docilidade das letras (especialmente as canções escritas por Tó Brandileone), além de oferecer as letras cheias de metáforas boas e aliterações.

Destaques: “Ventos de Netuno”, “Ela, Ele e Eu”, “O Mar Dentro da Concha”, “Na Onda”

3 Jay Vaquer-  Ecos do Acaso e Casos de Caos

Jay Vaquer conseguiu com Ecos do Acaso e Casos de Caos emplacar mais uma nomeação ao Grammy com este álbum, e foi merecido. Cheio de guitarras bem executadas, além de ter uma roupagem mais direta comparada ao antecessor “Canções de Exílio”- que  dá corpo às letras também complexas e cheias de trocadilhos e aliterações pra pensar, Jay mais uma vez traz o melhor do rock nacional com ótimas melodias, parte do musical que o cantor escreveu.

Destaques: “Despas de Deux”, “Ecos do Acaso e Casos de Caos”, “Cada Cadáver”, “Tona”

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4 Bixiga 70- Quebra Cabeça

Engraçado com um grupo de amigos do Bixiga que se juntaram pra fazer um som conseguiram elaborar canções super viciantes em que é humanamente não ficar parado. Com ritmos que englobam sons brasileiros, latinos e africanos, Bixiga 70 tem inovado o instrumental brasileiro e Quebra Cabeça é aquele álbum que não se consegue ouvir pela metade.

Destaques: “Quebra- Cabeça”, “Ilha Vizinha”, “Areia” e “Camelo”

5 Barro- Somos

Segundo álbum do pernambucano Barro veio tão interessante e instigante quanto o primeiro álbum. Com algumas experimentações com eletrônico e mantendo a ótima influência do som de Recife viva na música, Barro também oferece ótimas letras embaladas em suas melodias.

Destaques: “Fogo Tenaz”, “Somos”, “Seja Você” e “E Quem Vai Saber?”

 

6 Mauricio Pereira- Outono do Sudeste

O ex integrante do Mulheres Negras e pai do Tim Bernardes (aposto que já sabiam disso) oferece em  Outono do Sudeste melodias delicadas com sopros, violões e varias influências como samba e rock- assim como o jeito único de Maurício Pereira cantar: ora delicado, ora atropelando com palavras e imagens.

Destaques: “Tudo Tinha Ruído”, “Florida”, “Maldita Rodoviária” e “Não Me Incommodity”

7 Baleia- Coração Fantasma

Ok, Coração Fantasma é um EP- mas o impacto foi grande com as três canções que a banda carioca lançou. Continuando com a atmosfera um pouco pesada que a banda explorou em Atlas (2016), a banda desenvolve canções intrigantes levadas pela voz suave de Sophia com letras bem desenvolvidas.

Destaques: “Eu Estou Aqui”, “A Mesma Canção” e “Lulu” (Sim, o EP inteiro)

8 Mahmundi- Para Dias Ruins

Ainda utilizando os sons eletrônicos, mas desta vez arriscando e experimentando com sons mais brasileiros, Mahmundi ainda surpreende com suas letras sobre amor e arranjos um pouco mais calmos e sem perder a magia da sua música.

Destaques: “Alegria”,” Imagem”, “Tempo Para Amar”, “Felicidade”

9 El Efecto- Memórias do Fogo

A banda carioca que mistura diversos tipo de musicalidades tanto brasileiras como internacionais em ritmos alucinantemente bons, como uma boa viagem sonora em cada faixa do álbum. Somando ótimas letras com boas reflexões sobre a vida moderna e ótimos arranjos que acompanham todo o storytelling das faixas.

Destaques: “Café”, “Um Drama da Humanidade Manada”, “O Monge e o Executivo”

10 Rubel- Casas

Com uma produção bem esmerada, Rubel traz canções simples mas colocando letras com boas histórias, Rubel consolida sua carreira com Casas (embora a sonoridade ainda se pareça muito com Cícero em alguns momentos). Cuidado também com a melancolia forte das canções.

Destaques: “Colégio”, “Pinguim”, “Explodir”

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Melhores Clipes Internacionais de 2018

E bem que 2018 trouxe várias histórias em videoclipes que não só nos surpreenderam pela qualidade na produção, mas tocaram o coração e alma com os enredos. Separamos então nosso top 10, com nossos clipes favoritos do ano.

 

1 Moses Sumney- Quarrel

Em uma paleta de cores linda, com brancos, marrons e pretos, Moses Sumney simplesmente te traz para seu universo em um estábulo e a grande conexão que tem com um cavalo. O final é surpreendente.

2 Gorillaz- “Humility”

Os Gorillaz não demoraram muito para trazer ótimas canções com um álbum que sim, parece mais com o som original da banda. Pois a primeira faixa do The Now Now foi “Humility” com um clipe trazendo o verão com 2D patinando e se sentindo feliz. Com a participação de Jack Black, o clipe deu um calorzinho no coração.

3 Paramore- “Rose-Colored Boy”

Encorporando os anos 80 em um daqueles programas matinais em que todo mundo é feliz, Paramore faz um clipe super divertido mostrando que a felicidade que vemos na TV nem sempre é verdadeira.

4 Florence+ The Machine- “Big God”

Um clipe simples mas com uma simbologia forte (porque é Florence), Florence dança com dançarinas em um espelho d’água com o reflexo dando um toque de beleza a mais para a canção, e mais gravidade para a mensagem que Florence quer passar:

5 Mitski- “Nobody”

Como se fosse em um País das Maravilhas/ Wonderland de Mitski, a cantora se encontra solitária em seu quarto enquanto tenta decifrar os mistérios por traz dos presentes e pistas que encontra durante o clipe. Vale ressaltar que somente Mistki aparece no clipe- o que é bem importante tanto pro clipe quanto a canção:

6 Son Lux- “The Fool You Need”

Clipe que lembra um pouco da trilogia Matrix, um homem e uma mulher renascem em um novo ambiente, neste caso, um corredor de prédio e tentam lutas com várias diversidades para poderem finalmente estar juntos. Cheio de significado e bem bonito esteticamente. Sim, Son Lux, eles fizeram mais um clipe legal novamente:

7 Franz Ferdinand- “Glimpse of Love

Simples, divertido, engraçado e cheio de situações inusitadas, “Glimpse of Love” dos escoceses Franz Ferdinand traz exatamente aquela atmosfera criativa proporcionando várias risadas. E é ótimo saber que a banda não perdeu o senso de humor.

8 White Lies- “Believe it”

Clipe recente do próximo projeto da banda que será lançado em 2019,  “Believe It” foi gravado no México e mostra os membros da banda surgindo em lugares totalmente inusitados (como se fosse a música deles nestes lugares). Com uma ótima fotografia, mostra a relação da banda com os personagens da canção:

9 The Wombats-“Cheetah Tongue”

Um dos clipes  do começo do ano, o hilário “Cheetah Tongue” tira um sarro daqueles programas dos anos 80 de fitness com vózinhas fazendo exercício com afazeres domésticos e alguns segredos obscuros de cada uma delas:

10 The Dodos- “SW3”

Com a canção só servindo como trilha sonora para toda a determinação de uma menina que quer ser boa em uma arte marcial, o clipe detalha o treino da menina, a imaginação da garota combatendo os oponentes em takes bem legais:

 

Guilty Pleasure:

Ariana Grande- “God Is A Woman”

Ok, foi um ano e tanto para Ariana Grande e embora não achamos Sweetener aqueeeele álbum pop que conquistou nosso coração, os clipes são um capítulo à parte. Fazer um vídeo tão rico visualmente não é pra cada um (logicamente, o orçamento farto também ajuda, e muito!) Nosso guilty pleasure- apesar de todos os hints ideológicos implícitos.

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Melhores Clipes Nacionais de 2018

Reta final de 2018 nos fez voltar aos meses e rankear aqueles vídeos que trouxeram histórias e mostraram  a música brasileira com aquele toque brasileiro do audiovisual, mostrando lugares e enredos únicos. Pois aqui estão os nossos vídeos favoritos de 2018:

1  “Recomeçar”- Tim Bernardes

Gravado em um take, em estilo old-school com filme (até patrocinado pela Kodak), Tim Bernardes começa a tocar um piano antigo para logo depois desmontá-lo com a câmera circulando-o o mostrando o processo de retirada das teclas do piano. O clipe é simples, mas traduz bem toda o sentimento transbordando da canção.

2 “Quebra Cabeça”-  Bixiga 70

Com todo suingue da canção, Jimmy The Dancer sai da toca passeando por São Paulo e colando todas as peças do “Quebra-Cabeça”e encontrando os músicos do Bixiga 70 e dançando pela noite paulistana.

3  “Navegador”- Mallu Magalhães

Com São Paulo de pano de fundo e focando em uma amizade sincera, Mallu Magalhães canta “Navegador” com a ajuda da amiga e atriz Maria Ribeiro passando pelos principais pontos de São Paulo. Outro ponto legal também no clipe são os momentos de introspecção de Mallu, ora em casa, ora correndo na Paulista:

4 “Eu Estou Aqui”- Baleia

Ilustrando a canção “Eu Estou Aqui”, que aborda uma certa crise ao se olhar no espelho- Sophia passa exatamente o que descreve na canção, se vendo em mil pedaços de espelho quebrado e tentando se encontrar em suas várias versões. A interação de Sophia com o espelho e suas dancinhas são o highlight do clipe.

5  “Algo Parecido”- Skank

Após um longo tempo de hiato fomos agraciados com música e clipe novos do Skank. Desta vez, presos em um relógio a banda canta e acompanha um garotinho que tem uma relação especial com a natureza e o movimento. Bem bonito, não só esteticamente, mas  também por mais uma história linda que Skank nos oferece.

6 “Tu”- Tulipa Ruiz

Em um belíssimo trabalho de stop motion, em que realmente parece que Tulipa Ruiz está cantando direto para o espectador, o clipe de “Tu” é simples, bonito e surpreende a cada take e interação da cantora.

7 Rubel- Colégio

Todos se lembram da época da escola, e filmado do ponto de vista de um banheiro e todos os eventos que acontecem dentro das cabines e paredes do banheiro que marcam vidas. O mais legal é que o clipe teve direção do próprio Rubel:

8 “Ácido Esse” – Codinome Winchester

Em um laboratório e o vocalista sendo estudado como um experimento. “Ácido Esse” teve a produção da Vaca Azul e traz um enredo bem interessante de como o objeto de estudo pode se rebelar contra você e fazer toda a situação diferente.

9 “Nunca Vai Embora”- Mombojó e Lenine

Um escritor em um quarto escuro tentando esquecer um amor, se sentindo deslocado na maioria das vezes, só vivendo os dias e buscando inspiração um dia sai da caverna e encontra uma conversa instigante provocado por um livro de Nietzsche. Trilha sonora perfeita de Mombojó pra esse vídeo:

 

10 “Miocárdio”- Barro

O último clipe da era Miocárdio de Barro recebe o nome do álbum e  faz um retrato bem bonito de Recife, Pernambuco. Mostrando alguns lugares principais da cidade, com pipas no céu, praia, farol e um lindo por-do-sol. Quero ir pra Recife agora!

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Pedra-Relógio- “Enforcado Pela Língua”

E a banda mineira de São João do Nepomuceno, Pedra Relógio, está de clipe novo e com guitarras bem mais pesadas- direção que a banda já estava experimentando há algum tempo. “Enforcado Pela Língua” é o novo single da banda e foi apresentado juntamente com um clipe dirigido por Ciro Cavalcanti.

Em preto e branco o vídeo mostra a banda tocando em um estúdio e toda a energia e talento que os integrantes mostram ao fazer a performance da canção. Um clipe relativamente simples, com alguns efeitos que mostram integrantes diferentes que retrata bem a atmosfera ao vivo do Pedra- Relógio, confira:

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Descoberta da Semana: O Branco e o Índio

A descoberta da semana era um duo composto por Flávio Abbes  e Bruno Rezende que finalmente decidiram levar o projeto a sério e chamaram o baixista Roberto Souza e o baterista Pedro Serra para compor a banda e dar mais corpo às composições da banda O Branco e o índio. Com um rock com guitarras com ótimos riffs e ritmos a banda traz o melhor do rock brasileiro.

Pois o projeto ganhou um primeiro álbum chamado Plantas Renováveis, produzida pela própria banda, além de conseguirem projeção das canções em rádios ao redor do mundo. Confira o álbum completo e sinta os diferentes ritmos e sabores do álbum, indo para o psicodélico aos diferentes ritmos com vários riffs de guitarra que a banda oferece:

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Silva- “Brisa” (vídeo)

E parece que Silva está à todo gás! Após o lançamento de Brasileiro, o cantor já havia soltado a canção “Mil Noites de Um Amor Sem Fim” (que se eu não me engano foi parte de trilha sonora de novela) e agora o cantor  soltou a canção “Brisa”.

“Brisa” é uma declaração da admiração e amor que o cantor sente pela Bahia (assim como Mariana Aydar?!). Com a canção com percussão bem brasileira e sobre amor nas letras, a canção ganha pela delicadeza, mas ainda perde com a voz arrastada (e um pouco artificial) de Silva. Confira o clipe e a canção nova de Silva:

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Mombojó e Lenine- “Nunca Vai Embora”

E o Mombojó desta vez não foi tímido! A banda de Recife/ São Paulo lançou não só uma canção nova para o álbum MMJ18 que tem a ilustre participação do cantor Lenine, mas também lançou um clipe, com direito à até curta-metragem que casa muito bem com a canção.

A canção tem a vibe característica da banda com teclados e guitarras que remetem à surf music e a bateria de Vicente Machado com ritmo quebrado e único que fazem a trilha sonora para um rapaz que não consegue esquecer um antigo amor e vaga pelo mundo até encontrar uma garota que está lendo Nietzsche. Confira o clipe e mais um musicão do Mombojó:

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Descoberta da Semana: Peggy Sue

Poderia ser nome de filme ou de uma canção da banda Buddy Holly, mas não é.  A descoberta desta semana é o som da banda de Brighton Peggy Sue composta por Rosa Bowler Slade e Katy Beth Young (nas guitarras e vocais) e reforçado por Benjamin Gregory
e Dan Blackett. Peggy Sue foi mais ativo hà alguns anos atrás ( com último álbum em 2014) mas  tem single novo indicando  possível material novo.

É o caso da faixa “Slow Fade” que ainda traz um pouco do folk e da tranquilidade do som da banda, que ainda mantém os sons bem pensados junto com os vocais suaves e delicados das duas vocalistas. Pois esta é a canção que indicamos, confira:

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Lily and Madeleine- “Self-Care”

As irmãs Lily and Madeleine lançaram canção nova para o lançamento do próximo álbum Canterbury Girls, com previsão de lançamento em fevereiro de 2019. Junto com a divulgação da playlist do álbum, foi também revelada a faixa “Self Care”.

Com introdução com piano e crescendo tanto com o instrumental e vocais, as dupla afirma o talento e a qualidade do som que estão fazendo. De acordo com entrevista das meninas quanto ao álbum novo, o tema seria as experiências negativas que levamos como bagagem, o que é visto na melancolia da canção. Confira então “Self Care “, uma das melhores faixas da dupla até o momento e também o setlist de Canterbury Girls :

1. “Self Care”
2. “Supernatural Sadness”
3. “Just Do It”
4. “Canterbury Girls”
5. “Bruises”
6. “Pachinko Song”
7. “Circles”
8. “Can’t Help The Way I Feel”
9. “Analog Love”
10. “Go”

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