The Beach- “Bite My Tongue”

O projeto The Beach, do cantor e músico Geoge Morgan, está em pleno vapor lançando singles a quase 6 em 6 meses( indicativo que álbum pode estar á caminho). A canção desta vez é “Bite My Tongue”, que foi divulgada com um lyric- video.

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Seguindo as mesmas características do último single “Geronimo”, “Bite My Tongue” ainda carrega a intensidade folk, mas explode no refrão com um coro substancial e programação eletrônica, algo que deixa a canção um pouco mais pesada. Quanto ao vídeo, em uma ensolarada cidade norte-americana, skatistas e patinadores se movem conforme o ritmo e o vídeo acaba em belos fogos de artifício. Confira “Bite My Tongue”:

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Descoberta da Semana: Helena Deland

A descoberta da semana vem de Montreal, e é composto por um nome: Helena Deland e sua banda que a acompanha em shows. Com somente um EP lançado- Drawing Room (2016), a moça já vem tomando a atenção pelo seu som suave e onírico, cheio de significado.

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Escolhemos a faixa “Baby” para mostrar o trabalho da garota. Com um violão e sua voz aveludada,  Helena leva a canção suavemente até o refrão explodir em sons ainda suaves, mas um pouco mais intensos. A canção ganhou um clipe e conta a o dia dia de um garoto e como ele se relaciona com o mundo em sua solidão, confira:

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Laura Marling- “Wild Fire”

A cantora inglesa Laura Marling recentemente anunciou que seu novo álbum Semper Femina será lançado em 2017, logo com o single e clipe “Soothing”, que introduz muito bem o universo feminino que a cantora irá explorar em seu novo projeto. Nesta semana, a cantora surpreendeu com mais um single: “Wild Fire”.

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Talvez uma das canções mais impactantes de Marling, sempre com a simplicidade e sua belíssima interpretação e, como sempre, com o conteúdo de suas palavras,  Marling se põe no ponto de vista de um amante e suas impressões sobre uma garota  de um modo bem delicado e bonito. Confira, pois Semper Femina promete:

 

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Descoberta da Semana: Aquilo

A primeira descoberta de 2017 é o duo inglês com um nome bem peculiar ( e conhecido por nós): Aquilo.  Composto por dois garotos, Ben e Tom, ambos do norte da Inglaterra, no belíssimo Lake District- a dupla faz um som mais tranquilo,  com ótimas baladas um pouco de flerte com sonoridades atmosféricas  e eletrônica e bem emocional.

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Aquilo já teve algum destaque com a canção “You There”, que ganhou vinculação em algumas rádios e “Calling Me”, ambos parte do EP Aquilo (2013). Neste ano, o duo finalmente conseguirá lançar um álbum ainda neste Janeiro, o que provavelmente vai dar mais destaques para suas canções.  Colocamos como destaque a canção “Calling Me” para vocês conhecerem, confira:

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San Fermin- “Open”

Não demorou muito: um hiato de um ano e dois projetos paralelos lançados pelos vocalistas Kaye (Charlene Kaye) e Allen Tate no meio tempo não desaceleraram a banda San Fermin de compor, produzir e finalizar o terceiro álbum prestes a ser lançado ainda este ano e intitulado Belong.

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A primeira canção desta nova fase é “Open” e traz todo o som complexo da banda, embora um pouco mais leve e bem mais pop,  mas com a instrumentação e detalhes e aquele toque eletrônico típico de San Fermin.  Já as letras abordam aquela parte nossa que deseja fazer algo mal, com uma ótima interpretação de Charlene Kaye, Confira:

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Elbow- “All Disco”(audio)

A banda Elbow recentemente anunciou o próximo álbum Little Fictions com a capa, tracklist e o primeiro single “Magnificent (She Says)” com direito até a um clipe lindo e cultural bem na pegada da banda. Chegou 2017, a banda então decidiu lançar mais um single: “All Disco”.

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“All Disco” tem um instrumental bem conciso e camadas de vozes bem sutis, assim como a voz do vocalista Guy Garvey, que dá interpretação e mais emoção para a canção. Destaque quando a voz feminina colocada em camada participa da canção. Legal ver também a pequena animação no começo do vídeo. Confira:

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Cícero- “Terminal Alvorada” (Vídeo)

Parece que o álbum A Praia está rendendo em videos para o músico carioca Cícero. Começou o ano e temos a versão audiovisual da canção que encerra o álbum ( e também uma fase na carreira de Cícero) “Terminal Álvorada”, que também dialoga com a canção “Frevo Por Acaso”  do antecessor Sábado.

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O registro conta com cenas de bastidores e de algumas partes do show da turnê por Portugal, incluindo quatro cidades: Lisboa, Castelo Branco, Braga e Ovar. Dirigido por David Marques e Luis Mestre, sorrisos e boas vibrações são registradas assim como a magia do show e da audiência. Um belo vídeo para começar o ano, confira:

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DM Stith- “5 Hummocky’

DM Stith revirou suas criações neste final de 2016 e achou “5 Hummocky ” (até agora não sabemos se 5 era o número da faixa, mas enfim…).  Começo de 2017 e o cantor libera a faixa que conta com a participação de Shara Nova nos vocais.

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Com uma atmosfera onírica, a faixa em mais instrumentos, como o sopro que abre a canção e que se desenvolve com batidas, palmas e guitarras embalando letras sobre o conteúdo de uma carta e um certo arrependimento que bate logo depois que a carta foi enviada. Damos ênfase para a simplicidade e os detalhes, principalmente para o jam no final da canção. Começamos 2017 bem com esta canção de DM Stith:

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Melhores Albuns Nacionais 2016

O ano de 2016 trouxe grandes surpresas quanto aos álbuns lançados.  No cenário brasileiro, não foi diferente: alguns lançamentos foram bastante esperados pelos fãs e pela crítica enquanto outros apareceram e encantaram, de surpresa, para a felicidade de nossos ouvidos. Selecionamos alguns álbuns que merecem destaque em 2016, aqui estão eles:

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1.  Canções de Exílio– Jay Vaquer

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Como sempre, o Brasil inteiro pode ter ignorado Jay Vaquer…mas nós não! Canções de Exílio demorou pra sair (último álbum do cantor foi Umbigobunker?! lançado em 2011), mas trouxe Jay em novas canções extremamente bem produzidas com letras mais uma vez inteligentes e provocadoras. Um rock pop de qualidade que não vemos tão frequente, com críticas pesadas, para pensar embaladas em um som com guitarras e melodias frenéticas.

Destaques: “Tudo que Não Era Esgoto”, “Legítima Defesa”, “Quantos Tantos “, “Boneco de Vodu”

Resenha:  Canções de Exílio

2. Atlas – Baleia

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Em uma evolução super aparente na sonoridade, a banda carioca Baleia lançou o bem complexo Atlas. Não só na arquitetura de seu som, em melodias mais complicadas do que as vistas no primeiro álbum da banda, mas também nos temas que  vão à morte e o sentimento de estranho em um novo lugar.

Destaques: “Hiato”, “Volta”, “Estrangeiro” e “Triz (Ida)”

Resenha: Atlas

3 Melhor Do Que Parece– O Terno

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O Terno não só nos ofereceu ótimos clipes, mas também um álbum bem completo. Melhor Do Que Parece traz todas as idiossincrasias da banda com letras ora divertidas ora emocionais com um flerte com um rock sessentista.

Destaques: “Culpa”, “Volta”, “Minas Gerais” e “O Orgulho e o Perdão”

O Mesmo Mar Que Nega a Terra Cede à Sua Calma– Bruna Mendez

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A descoberta e estreia do ano, Bruna Mendez conquista com sua voz e melodia suaves e letras profundas e uma interpretação arrebatadora. Bruna, aposta na serenidade da melodia e sua voz, coisa simples, mas em que acerta em cheio.

Destaques: “Branquinha”, “Sorte”, “Todo Choro é Canto”, “Calor Sol e Sal”

5 Mahmundi– Mahmundi

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Mais um  primeiro álbum, desta vez de Mahmundi, que já famosa com seus aclamados  EPs, pode mostrar mais de seus sons e sintetizadores e seu flerte forte com os anos 80, mesmo assim fazendo um som atual, leve e bem caloroso.

Destaques: “Hit”,  “Eterno Verão”, “Calor do Amor” e “Sentimento”

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Melhores Álbuns Internacionais 2016

2016 pode ter sido um ano conturbado em vários sentidos, mas pelo menos nos ofereceu uma gama de álbuns ótimos que marcaram estreia de artistas famosos e trouxe a volta de vários artistas que não lançavam um projeto há tempos. Tivemos algumas surpresas boas e muita experimentação e sonoridades novas. Escolhemos alguns álbuns que marcaram nosso ano. Aqui está nosso top 5, nossas indicações- Confira:

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1. Pigeonheart– DM Stith

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Demorou 7 anos para DM Stith sair de um bloqueio de criatividade e nesse meio tempo se aventurar com outras ideias no projeto paralelo The Revival Hour e amadurecer um álbum. Pigeonheart foi produzido na Inglaterra, traz letras sinceras e melancólicas e um nome que traz a esperança dos pombos na Inglaterra e a crueldade  da morte delas em Nova York. Neste álbum, Stith experimentou com o eletrônico e conseguiu evoluir seu som em uma leveza, com seu tom melancólico ou frenético. Não é um som fácil de digerir, mas uma vez no mundo de Stith, conseguimos ver toda a complexidade e beleza de seu som.

Destaque: “War Machine”, “Up To The Letters”, “Rooster”, “Sawtooth”, “Cormorant”

Resenha: Pigeonheart

2. 22, A Million– Bon Iver

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Uma das ótimas surpresas do ano, Bon Iver surpreendeu os fãs e a crítica ao lançar o críptico, complexo 22, A Million. Com símbolos como títulos, Bon Iver leva a complexidade também para as canções trabalhando com eletrônica, brincando com samples e autotune e texturas sonoras que jamais havíamos visto  nas melodias do cantor folk de Wisconsin. Ainda trabalhando com letras complexas, vemos novas palavras inventadas e informações mais segmentadas dos temas das canções. Uma bela faceta que Justin Vernon nos mostra, um pouco confusa, mas bem intrigante e bonita.

Destaque: “33, God”,  “22 (OVER S∞∞N)” “10 d E A T h b R E a s T ⊠ ⊠”, “10 00000 Million”, “29 #Strafford APTS”

Resenha: 22, A Million

3. A Moon Shaped Pool- Radiohead


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Após 5 anos de King of The Limbs, Radiohead volta com A Moon Shaped Pool, que atacou os nervos de seus fãs quando a banda deletou todas as mídias sociais para a divulgação do novo trabalho. Com bastante sofisticação do som  em uma atmosfera mais leve com a sofisticação sinfônica, vocal preciso de Thom York e a produção de Jonny Greenwood conflitando com o conteúdo sempre bem pensado das letras.

Destaque: “Burn The witch”, “Ful Stop”, “True Love Waits” e “Present Tense”

4. Are You Serious? -Andrew Bird

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O último álbum de Andrew Bird trouxe uma nova sonoridade para o som do famoso violinista: mais próxima do pop e menos nuances clássicas e letras abordando até temas um pouco pesadas como a quimioterapia de sua mulher (“Puma”), o afastamento de amigos  (“Valleys of the Young”) e um bom diálogo amoroso e caloroso em “Left Handed Kisses”, parceria com Fiona Apple. Explorando novos campos sem deixar o assobio e o violino de volta, Bird oferece um álbum pop que traz uma leveza com temas um pouco obscuros, mas sem deixar o sabor gostoso do pop em sua boca.

Destaque: “Are You Serious”, “Puma”, “Capsized”, “Left Handed Kisses”, “Roma Fade”

5.Everything You’ve Come to Expect- The Last Shadow Puppets

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Demorou 8 anos para finalmente vermos  o encontro de Alex Turner e Miles Kane em um segundo álbum- mas finalmente aconteceu. Embora um pouco mais fraco e menos poético que o primeiro- o duo ainda mostra que sabe fazer música com essência de The  Last Shadow Puppets, mesmo depois do longo hiato,  e mesmo que algumas músicas mostrem mais a personalidade de Alex ou de Miles. Mesmo assim não deixa de ter canções cativantes e bem pensadas.

Destaques: “Aviation”, “Miracle Aligner”, “Dracula Teeth”, “The Element of Surpise”

 

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