Melhores Álbuns Internacionais 2010-2019

Em dez anos podemos testemunhar muitas coisas. No mundo da música, vimos algumas bandas estourarem ( Coldplay, Beyoncé, Kaynye West e Ed Sheeran viraram gigantes e no mundo Indie, Arctic Monkeys virou o representante da vez) e vimos também o Indie rock dar uma desacelerada. Com a internet, principalment no começo da década, muitos artistas surgiram por causa do espaço e plataforma que a rede oferecia, hoje, com aplicativos de streaming como Spotify, Tidal e Deezer, a plataforma ainda existe, mas muito daquele sentimento de descobrir música nova agora se dá por playlists e não álbuns.

Nessa década de transição, escolhemos então qual foram os 50 álbum que de algum jeito se enquadram no gênero indie. São álbuns que para alguns já são classicos, e outros álbuns que estão aí porque acreditamos muito na qualidade, embora sabemos que não chegou para muitas pessoas. Escolha um álbum, escute e leia nossa lista:

50 Lucy Dacus- Historian (2018)

O segundo álbum de Lucy Dacus é o álbum que conhecemos a cantora, e que álbum! Lucy se destaca nesta nova era de compositoras com ótimas metáforas cheios de sentimentos e boas histórias e uma produção bem detalhada, que se arrisca, sem deixar a meiguice da cantora de lado.

49 Natalie Prass- The Future and The Past (2018)

Após refazer o álbum inteiro depois dos resultados das eleições para presidente em 2016, Natalie Prass refez as canções e dois anos após Future and The Past surgiu. O álbum cheio de groove único, é divertido, dançante, mas sem deixar de ter um aspecto político em algumas das canções.

48 Bon Iver- Bon Iver (2010)

Com todas as canções referenciando lugares, Bon Iver, cresce na sonoridade no álbum usando uma banda maior, fazendo camadas de voz nas canções e brincando mais com o instrumental. Com letras que falam sobre a luta de se encontrar e muita referência à bebida, Bon Iver tenta capturar um pouco destes sentimentos, junto com o instrumental.

47 Janelle Monáe- The ArchAndroid (2010)

Com um conceito por trás ( um clone de Janelle, Cindi Mayweather que encorpora todas as habilidades de Monae e é heroína tentando salvar o mundo da supressão da liberdade e amor). Com uma viagem também sonora passando por R&B, soul, pop, com um groove maravilhoso, Janelle Monáe conquista não só com sua música mas também com suas histórias.

46 Slow Club-  One Day All of This Won’t Matter Anymore (2016)

O último álbum do duo de Sheffield Slow Club capturou um pouco a vibe de rock dos anos 70 e 80, mas o que chama mais a ateção é o sentimento de desconexão nas canções de ambos vocalistas. O álbum tem uma atmosfera suave, talvez proposital por tratar de tantas confissões nas letras.

45 Otoboke Beaver- Itekoma Hits (2019)

Sim, a fama das japonesas de Otoboke Beaver só veio em 2019, com o lançamento do álbum Itekoma Hits, mas as meninas estão há 10 anos na estrada encantando e empolgando o público com o talento e irreverência das letras e da energia de seus shows. Um dos melhores álbuns de post punk, com letras engraçadas e um som altamente viciante.

44 Miaoux Miaoux- School of Velocity (2015)

Misturando o melhor de seus sintetizadores com música pop, Miaoux Miaoux consegue conquistar até quem nunca curtiu um eletropop com suas músicas viciantes e suas camadas de synths e guitarras que sempre brilham nos arranjos. Com letras ás vezes lidando nem sempre com temas leves (consumismo, cobrar a sí mesmo demais), Julian Corrie consegue deixar tudo mais leve e fácil com este álbum.

43 Hey Sholay- ((O))

Uma das melhores bandas de indie pop que infelizmente não existe mais. Hey Sholay nos conquistou lá nos anos 2012 com um som indie pop com ótimos sintetizadores, melodias cativantes e letras dignas de ser cantadas em arenas. A mistura do fofo com um tipo de tragédia e o som psicodélico pop faz ((O)) um álbum clássico, porém de uma banda não muito conhecida.

42 My Brightest Diamond- This is My Hand (2014)

Misture pop com fanfarra e experimente. This Is My Hand foi produzido pela própria Shara Worden com o tecladista Zac Rae e explora bem todas as características de My Brightest Diamond, encorporando um pop cheio de surpresas e com a voz doce de Shara, além de suas letras de auto-aceitação e comunidade.

41 Jessica Pratt- On Your Own Love Again (2015)

Jessica Pratt faz um som folk bem delicado com sua voz e mensagens guiando a melodia do violão. Com uma estética que parece ser gravado em casa, o tom minimalista das canções expõe o talento da cantora, assim como as letras e a intepretação da cantora.

40 Norah Jones- …Little Broken Hearts (2012)

Um álbum conceitual sobre corações partidos, Norah Jones abraça uma fase mais pop nesta fase. Ainda com sua voz suave, a cantora traz também uma roupagem inspirada nos anos 60/70 e a sua voz suave contando histórias de cortar o coração ou de vingança.

39 Miike Snow- iii (2016)

Suecos sabem muito bem como fazer música pop, e não é diferente com a banda Miike Snow. Em iii, a banda mergulha em um eletropop viciante com nuances funk e melodias cativantes que fazem dançar na primeira ouvida. Trazendo um pop mais maninstream e modelando ao formato da banda, Miike Snow mostra como este pop moderno deveria ser.

38 Sufjan Stevens- The Age od Adz (2010)

Desculpem a qualidade da imagem (melhor que encontramos), mas em The Age of Adz, Sufjan Stevens saiu  de sua zona de conforto e surpreendeu à todos com um álbum feito totalmente com batidas eletrônicos. Bem esquisofrênico, com letras em que Sufjan tende a ser bem confessional, The Age of Adz foi mestre em trabalhar texturas com uma ponta no indie e no pop, além de influenciar muitos trabalhos (que diga Bon Iver).

37 Fleet Foxes- Helplessness Blues (2011)

Com 12 novas canções Fleet Foxes ferece novamente um instrumental rico com um folk em camadas e belíssimos corais, mas com toques mais dark que possibilita a banda a explorar novos territórios sonoros. Tudo isso sem tirar aquele sentimento folk e até mesmo mdieval da banda.

36 Lykke Li-Wounded Rhymes (2011)

O segundo álbum da trilogia de Lykke Li (Youth Novels, Wounded Rhymes e I Never Learn) foi escrito em Los Angeles e produzido em Estocolmo, na Suécia. Experimentando mais com uma persussão diferente e bem mais dark que o primeiro ábum da cantora, Li consegue ainda cativar o ouvinte em suas rimas e lógico, seu som.

 

35 Courtney Barnett- Sometimes I Sit and Think, Sometimes I Just Sit (2015)

A australiana Courtney Barnett, faz um rock cheio de guitarras em um ritmo ótimo e cativante, porém a estrela de suas canções são suas letras e a habilidade em contar histórias e rimas que são hilárias.

34 Haim- Days Are Gone (2013)

Antes de lançar o primeiro álbum, as meninas HAIM já estavam fazendo sucesso mundo afora. A banda de músicistas e irmãs conquistou com singles que fletra com pop e R&B, transformando em um rock pop com um baixo forte e percussões bem diferenciadas e já com lugar nos escalões pop da atualidade.

33 Andrew Bird- Are You Serious ( 2016)

O mestre do assobio e do violino Andrew Bird decidiu ser mais direto ao ponto e usar mais suas influências rock ao compor as canções de Are You Serious. Com temas pesados nas letras- da quimioterrapia de sua mulher (“Puma”) à desconexão com antigos amigos (“Valleys of the Young”), Andrew Bird mesmo assim oferece canções bem acessíveis e cheios de violinos e boas vibrações.

32 Marina (and the Diamonds)- The Family Jewels (2010)

Com um som pop fenomenal e bem produzido e arranjado, o disco de estreia de Marina (and the diamonds) tem bons flertes com eletropop e  até baladas de piano (“I’m not a Robot”) com o belo vocal e interpretações de Marina. O álbum não só apresentou a cantora pro mundo mas confirmou a habilidade da moça em fazer músicas  já cheias de críticas em um pop delicioso.

31 Foals- Holy Fire (2013)

Com arranjos que inovaram mais o Math rock, em Holy Fire, a banda de Oxford Foals arriscou mais no experimental misturando um pouco mais de pop, semdeixar a agressividade e o DNA da banda de lado.

30 James Blake- James Blake (2011)

O primeiro álbum de James Blake, surpreendeu à todos.  Com letras bem sinceras, o musico inglês impressiona com a produção de suas canções. Mantendo o orgânico dos instrumentos (principalmente do piano e de seus vocais) com uma produção misturando bateria eletrônica e manipulação do ritmo e vocais.

 

29  Aldous Harding- Designer (2019)

Com uma sonoridade folk bem luxuosa, apesar de quieta, Aldous Harding fascina com um instrumental bem executado e suas letras. Apesar de sempre críptica, já que Aldous se recusa a dar qualquer dica sobre suas metáforas para qualquer jornalista, a cantora ainda consegue fazer a todos curtirem e cantar a canção.Tanto as melodias como os clipes de Aldous são estranhos, assim como ela encara cada pessoa em seu show. Ela quer desconforto, que você saia do conforto, e mesmo assim Aldousofrece uma experiência estranha, legal e única.

28 Reverend and the Makers- Mirrors (2015)

Mirrors foi um baita passo para Reverend and The Makers, banda de Sheffield que é praticamente um camaleão sonoro. Flertando com uma sonoridade mais voltada para o rock dos anos 60, o álbum desponta com faixas rápidas e intensas a banda tem um quê de Sgt Peppers Lonely Hearts Club band nas composições, sem deixar o DNA da banda e as letras sensiveis e hilárias de Jon McClure e também Ed Cosens.

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27  Tame Impala- Currents (2015)

Substituindo as guitarras de Lonerism por sintetizadores, Tame Impala se rendeu ao pop  e R&B com pitadas de psicodélico em Currents. Elogiado pela produção do álbum, assim como a grande repercussão do álbum que abriu ainda mais portas para a banda, escolhemos então Currents como álbum do Tame Impala da década.

26 Paramore- After Laughter

Mergulhando em uma sonoridade pop-rock influnciada nos anos 80, colorida e cheia de energia. É assim  que Paramore fez um dos melhores álbuns pop da década, porém com um onjetivo: falar seriamente de depressão nas letras da canção. Cheios de riffs e ótimos refrões, Paramore conquita com o som, mas também o faz pensar com as letras.

25  Jenny Lewis- The Voyager (2014)

Embalado por um pop amadurecido e produzido por Ryan Adams, Jenny Lewis oferece um álbum cheio de hits bem produzidos orgânicamente com boas guitarras e muito humor e referências diretas nas letras da cantora, que a primeiro parece simples, mas pode ter um tom sarcástico ou até de arrependimento.

24 Florence + The Machine- How Big, How Blue, How Beautiful

Mais um álbum baseado nas confusões pós término de relacionamento, Florence usa e abusa de um indie rock cheio de guitarras e arriscando na percussão pra colocar a fúria e a confusõ que passa. Bem aberta sobre seus problemas auto-destrutivos e ainda muitas metáforas de água (pra variar), junto com metáforas de imagens clássicas- Florence descreve bem todos os sentimentos de perda e quando percebeu(St Jude) que seu relacionamento não daria certo. Um mix de som etéreo com guitarras- Florence soube como nunca retratar um pouco da sua confusão interna com música.

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23 Adele- 21 (2011)

O segundo álbum de Adele despontou a cantora para a fama mundial, e com merecimento. 21 é aquele álbum que atinge tanto o público de jovens que já acompanhava a cantora, porém alcança também até as avozinhas com o poder das canções de amor de Adele. Inspirado em uma separação, o album traz sentimentos crus, mas com uma sonoridade pra dançar e também pra chorar.

22 Gorillaz- The Now Now (2018)

Após Humanz em que fãs do mundo inteiro reclamaram que tinha muita participação e nada de Gorillaz, Damon Albarn e cia decidiram lançar um álbum no ano seguinte e assim The Now Now veio ao mundo. Com composições vindas do próprio Damon, sem muitas participações, The Now Now brilha exatamente por isso- um disco melancólico e bem humano vindo do 2D.

21 Two Door Cinema Club- Tourist History (2010)

O álbum de estreia do trio irlandês Two Door Cinema Club deu aum gás poderoso para a onda indie que a mundo estava vivendo no começo dos anos 2010. Com guitarras únicas e distintas dos meninos e um som pra cima, a banda ofereceu um álbum cheio de canções empolgantes que faz todos dançar e se divertir com um som indie que empolga até hoje.

20 Moses Sumney- Aromanticism (2017)

Com um álbum com um instrumental lindo e com a voz delicada com o faseto de Moses Sumney e firme com sua voz normal, Aromaticism dá uma versão linda de sentimentos de amor e como é viver sem eles. Com a colaboração de um time de artistas Aromanticism tem um pouc de minimalismo instrumental que deixa bem Moses brilhar.

19 Grimes- Artangels (2015)

De surpresa, Grimes nos ofereceu um dos álbuns pop mais divertidos da década.Art Angels pode não ser tão pessoal como os outros, mas com certeza é o mais acessível para entrar na carreira da cantora. Com produção mais voltada ao pop, mas com letras mais voltadas para  personagens, Art Angels consquista até quem nunca escutou Grimes.

18 The Natonal- High Violet (2010)

Com um instrumental experimental que já cativa o ouvinte na primeira canção, High Violet. Com as narrativas ricas de Matt, que mesmo obscuras cativam o ouvinte e dialogam bastante com o instrumental rico e bem executado, que brilha assim como as narrativas de High Violet.

17 Dutch Uncles- Big Baloon (2017)

Exalando por todos os lados uma influência dos anos 80, Dutch Uncles explora bem um art-pop sensacional sem deixar de ser um excêntricos não só no som, mas também nas letras de Duncan Wallis. O som retrô caiu bem na sonoridade da banda que fez neste álbum.

16 St. Vincent- Masseduction (2017)

Tivémos problemas em escolher qual melhor álbum da St. Vincent, mas achamos que Masseduction traz tanto a atmosfera brincalhona dos dois primeiros álbuns com toda a sofisticação do terceiro e quarto álbum. Oferecendo um indie pop com muitas guitarras e programação, a cantora consegue passa toda a sua alegria e tristeza com sua interpretação de suas melhores canções já escritas.

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15 Elbow- Little Fictions (2017)

Com uma capa incrível que reflete um pouco a positividade que Guy Garvey estava vivendo no momento (principalmente o nascimento da filha de Garvey), Little Fictions traz letras bem otimistas e faz Garvey brilhar em algumas de suas melhores composições. Quanto  ao instrumental, direcionada por Craig Potter, traz o melhor com toques de orquestra com a essencia da banda, assim como os corais bem bonitos que aparecem ao longo da canção.

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14 The Black Keys- Brothers (2010)

O duo de batera e guitarra, mais uma vez com a produção de Danger Mouse oferece um álbum recheado de blues e bem solto, com backing vocals capricados e guitarra bem suja. Com músicas bem escritas e com dois ótimos músicos no controle, The Black Keys mostra que é possível fazer música com o básico.

13 San Fermin- San Fermin (2012)

Uma das melhores bandas de baroque pop desta década, San Fermin teve o álbum inteiro composto por Ellis Ludwig-Leone que chamou seus amigos para fazer o álbum uma realidade. Miturando muito bem o clássico com pop, o álbum surpreende com canções sobre solidão e as dores do amadurecimento, com aquele instrumental luxuoso.

12 Daft Punk- Random Access Memories (2013)

Daft Punk sempre teve um som mais voltado para o eletrônico, mas em Random Access Memories, a banda apostou em uma abordagem mais orgânica para suas canções. Em um groove delicioso que relembra o ritmo dos anos 70 e 80, a banda teve participação de Pharell Williams, Panda Bear, Julian Casablancas em algumas canções e até produção de Giorgio Morodor. Uma diversão atrás da outra.

11 Laura Marling- I Speak Because I Can (2010)

O segundo álbum de Laura Marling tem um folk mais sofisticado com percussão em algumas músicas mas sempre com letras que lidam com relacionamento, porém Laura Marling sempre usa personagens para falar como se sente.  Sua interpretação de suas letras e a delicadeza de seu violão faz com que as mensagens ressoem e toque o ouvinte.

10 Mitski- Be The Cowboy (2018)

Sim, Puberty 2 é legal, mas é bem capaz que muita gente se apaixonou por Mitski em Be The Cowboy. Com canções curtas e direto ao ponto, não deixando de encantar com belos instrumentais e uma ótima interpretação das canções, Mitski comenta sobre solidão, paixão, envelhecer mas apaixonada por alguém.

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9 DM Stith- Pigeonheart (2016)

Se no primeiro álbum de DM Stith já era monumental, em Pigeonheart, o cantor e compositor se arriscou com as baterias eletrônicas e texturas e entregou um album que passeia por diferente tipos de atmosferas e conquista com a voz suave e delicada. Com canções que transitam por diferente texturas na mesma canção, é facil se perder (de modo positivo) no som do cantor e surpreender com as as diferentes veredas das canções.

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8 Vampire Weekend- Contra (2010)

Ainda arriscando com experimental e sempre oferecendo canções alegres na melodia, Vampire Weekend em Contra  continua a encorporar um Afro-pop usando instrumentos bem diversificados, e brincando muito com os ritmos e texturas.

7 Bon Iver –22, A Million

De surpresa, Bon Iver lança o álbum críptico 22, A Million. Deixando um pouco o folk de lado e apostando na experimentação, Justin Vernon arrisca com samples, auto-tune e aborda temas como solidão nas letras das músicas, mas sem deixar de ser críptico e surpreender a cada momento das canções.

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6  Arcade Fire –The Suburbs (2010)

O álbum que ganhou até Grammy e despontou a banda para o grande público é bem conciso e leve além de ser mais acessível um público pop, sem deixar a qualidade da banda de lado.

5 Everything Everything- Get To Heaven (2015)

O melhor trabalho do Everything Everything praticamente previu muitos dos acontecimentos que vieram a acontecer nos anos seguintes. Combinando um pop math rock com melodias pegajosas e letras bem obscuras, Everything Everything mostra que música boa também pode ser sarcástica e bem dark.

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4 Radiohead- A Moon Shaped Pool (2016)

Voltando a uma pegada mais orgânica e trazendo uma atmosfera  delicada em A Moon Shaped Pool conta até participação de uma orquestra no instrumental das canções. Quanto as letras, influenciadas um pouco pelo clima político no final da década e perdas pessoais tanto de Thom Yorke e do produtor Nigel Godrich, também trazem um pouco de melancolia.

3 Joanna Newsom- Have One On Me (2010)

Um álbum longo, mas o mais acessível e brilhante da carreira da harpista americana Joanna Newsom, que brilha com sua contação de histórias acompanhado por sua harpa ou um piano que encantam com as palavras.

2 Fiona Apple- The Idler Wheel is Wiser The Driver of The Screw and Whipping Cords Will Serve You More Than Ropes Will Ever Do (2012)

Fiona Apple geralmente demora para lançar um álbum, mas quando ela lança, pode crer que é para parar, ouvir e saborear as melodias complexas e a crueza de suas palavras e interpretações. The Idler Wheel também envelhece bem, mesmo lançado em 2012, é impossível não se emocionar com as canções que Fiona oferece no álbum (assim como a maioria do seu repertório).

1 Sufjan Stevens- Carrie & Lowell (2015)

A primeiro momento, Carrie & Lowell parece ser simples no instrumental, mas assim como as letras profundas e sinceras, que contam com o relacionamento de Sufjan com sua mãe, o instrumental cresce e dá pra ver a magnitude das melodias de Sufjan. Não é um álbum fácil, mas necessário e bem bonito, e que aborda uma das certezas da vida: que todos que amamos um dia vão embora.

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