Melhores Álbuns Nacionais 2010-2019

A década se mostrou bem frutífera para a música brasileira. No começo da década estávamos vivendo uma onda de nova MPB, com artistas que traziam um pouco da MPB original com traços de Indie rock,  ou também incorporando outros sons brasileiros. Vimos também alumas bandas de rock despontarem (O Terno, Selvagens à Procura de Lei) e outras acabarem (Skank, logo no final da década, Móveis Coloniais de Acaju). Escolhemos então nossas escolhas para melhores álbuns da década, alguns conhecidos, outros não, mas aproveite a lista ppara descobrir e redescobrir alguns álbuns brazucas.

50 Maglore- Todas as Bandeiras (2017)

Um dos trabalhos mais completos da banda, em Todas as Bandeiras, Maglore oferece um álbum com canções bem viciantes com um quê psicodélico e bem colorido (assim como a capa do álbum). Com muito bom astral, Maglore trouxe um pouco de magia pra década.

49 Estranhos Românticos- Estranhos Românticos (2016)

Rock brasileiro classicão, Estranhos Romanticos trazem ótimas canções de rock com aqueles arranjos viciantes por ora flertando com alguns elementos eletronicos e o vocal característico do vocalista fazem as canções bem mais interessantes.

47 Bilhão- Bilhão (2016)

O duo Bilhão lançou o primeiro álbum auto-intitulado em 2016 pelo Balaclava Records e acabou nos conquistando por um som lo-fi feito por Gabriel Luz e Felipe Vellozo. Com canções delicadas, Bilhão é um álbum bem sutil, com boas canções que te transportam pra uma tarde de sol em uma praia do Rio.

46 5 a Seco- Síntese 

O penúltimo álbum da carreira do 5 a Seco tem a banda experimentando mais com instrumentos eletrônicos e guitarras, mas sem deixar a as ótimas composições também brilharem. A banda experimentou com novas texturas e arriscou em uma novo sonoridade que combinou bem com a banda.

45 Cafe República- Caravana (2017)

Misturando MPB com psicodélico de um jeito bem legal, Cafe República em Caravana traz arranjos bem executados com uma boa produção. Muitas guitarras bem pensadas e boas percussões, a banda oferece um álbum suave com psicodélico em boas doses.

44 Pato Fu- Não Pare Pra Pensar (2014)

O último álbum de Patu Fu de canções originais, Não Pare Pra Pensar, é aquele álbum típico do Pato Fu- cheio de surpresas nos arranjos da melodia, sempre surpreendendo o ouvinte.  Recheado de boas combinações e letras engraçadas, a banda não fez feio no único álbum de inéditas da decada.

43 Mallu Magalhães- Vem (2017)

Mallu Magalhães demorou 6 anos para lançar novo álbum, mas lançou. Flertando com samba e com canções em português (somente uma em inglês), Mallu ainda conta parte de sua rotina nas letras de suas canções embaladas por arranjos com MPB, samba e um pouqinho do folk da cantora.

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42 Silva – Claridão (2012)

Nesta década Silva se transformou bastane, mas foi o álbum de estreia um dos trabalhos que tocou nosso cooração. Gênio em introduzir eletropop com um MPB de uma forma quase sem esforço, Silva conquista neste álbum com suas batidas únicas e delicadas, assim como as letras que parecem a primeiro momento simples, mas guardam uma profundidade.

41 Codinome Winchester- Reunião Entre o Céu e o Inferno (2018)

O rock dos meninos do Codinome Winchester conquistou com o single “O Paulista” de 2015, mas o primeiro álbum da banda também traz ótimas canções com muitas ótimas guitarras e um dos melhores vocais rock da atualidade. Com canções bem ricas, a banda reforçou que ainda é um dos nomes pra prestar atenção no rock nacional.

40 Dingo Bells- Todo Mundo Vai Mudar (2018)

O segundo álbum de Dingo Bells tem como tema exatamente o nome do álbum: Todo mundo vai mudar, mudanças acontecem e temos de aceitar as mudanças. Novamente, trazendo uma variedade de sonoridades pra dançar, pensar e se divertir

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39 Fernanda Takai- Na Medida Do Impossível (2014)

Fernanda Takai partiu pra carreira solo e em 2014, Na Medida do Impossível apareceu nas prateleiras das lojas com participações de nomes conhecidos (Samuel Rosa e Zelia Duncan) e inusitados ( Padre Fábio de Melo). Recheado de canções com letras fofas de amor, e com melodias bem produzidas e bem viciantes.

38 Ana Frango Elétrico- Little Electric Chicken Heart (2019)

O que chama a atenção na música de Ana Frango Elétrico é a sonoridade cheia de elementos e influências que cresce e encanta o ouvinte. Com um aspecto mais vintage na canção a cantora combina bem alguns elements da MPB.

37  Maurício Pereira- Outono do Sudeste (2018)

Um dos grades nomes da música nacional Maurício Pereira em seu sétimo álbum Outono do Sudeste traz mais uma vez canções que trazem muito cuidado na produção assim como as letras sempre cheias de poesias e pequenas observações certeiras sobre o cotidiano.

36 Apanhador Só- Apanhador Só (2010)

O álbum de estreia de Apanhador Só introduziu  banda que toca com sucata para o cenário brasileiro. Misturando um MPB, indie rock e os elementos sonoros vindo de objetos, a banda também conquistou público com as letras elaboradas e, logicamente, com o som único e convidativo da banda.

35 Castello Branco- Sintoma (2017)

Um dos álbuns mais leves e delicados da década, em Sintoma, Castello Branco se arrisca na leveza, tendo até um pouco de eletrônico nas canções, mas sempre trazendo uma grande paz para as canções até um pouco mais agitadas. Com mensagens positivas nas letras, Sintoma é um disco para melhorar asenergias ou reforçar o sentimento de paz na vida.

34 Rubel- Casas  (2018)

Em Casas, Rubel se inspirou nos diversos lugares em que passou e que marcaram, sendo assim diferentes casas. Rubel então traz com uma sonoridade única e até um pouco árida com seu folk estas pequenas impressões que levamos da vida.

33 Selvagens à Procura de Lei- Selvagens à Procura de Lei (2013)

Um dos primeiros trabalhos de Selvagens à Procura de Lei tem aqueles resquícios de rock, principalmente após a onda Indie de meados dos anos 00.Com letras críticas e diretas sobre as diferenças do Brasil, regado à muita guitarra boa e boas melodias. Reafirma que o Brasil tem rock bom.

32 Phill Veras- Alma (2018)

Alma saiu em 2018 e mostrou logo uma sofisticação do cantor com um violão e um instrumental que enriquece seus versos mais afinados e cheios de ótimas metáforas. A interpretação das canções também é destaque, com a Voz de Phill Veras trazendo um tipo de aconchego que aquece o coração.

31 Bruna Mendez- O Mesmo Mar Que Nega a Terra Cede à Sua Calma (2016)

Sim, Bruna lançou um disco novo no final do segundo tempo (Corpo Possível), mas escolhemos O Mesmo Mar Que Nega a Terra Cede à Sua Calma , o primeiro trabalho da cantora como um dos álbuns da década. A voz suave de Bruna, suas letras sinceras e bonitas, além do instrumental que instiga, com camadas, com um instrumental orgânico fazem deste álbum um deleite aos ouvidos.

30 Móveis Coloniais de Acaju- De Lá Até Aqui (2013)

O último álbum fos Móveis Coloniais de Acaju trouxe mais uma vez aquela energia da banda flertando um pouco com ritmos dos anos 50, sem deixar de colocar o toque especial com os metais e ter letras hilárias e também inspiradoras no repertório. Uma banda que deixou saudades.

29 Mariana Aydar- Cavaleiro Selvagem Aqui Te Sigo (2011)

Inspirada em um momento em que entrou em uma jornada de reencontro consigo mesma, Cavaleiro Selvagem Aqui Te Sigo, traz canções bem honestas com um MPB com um pé já no forró e uma bela interpretação de Aydar. Além de músicas autorais, há também ótimos covers de Dominguinhos (“Preciso do Seu Sorriso”), Caetano Veloso (“Nine Out of Ten”), e até Zeca Pagodinho (“Vai Vadiar”), Cavaleiro Selvagem traz uma boa dose de letras bem sinceras com um instrumental bem trabalhado e mágico quete traz bem para o universo do álbum.

 

28 Bixiga 70- Quebra Cabeça (2018)

Bixiga 70 faz um som instrumental que encanta já nos primeiros acordes das canções. Em Quebra Cabeça, a banda surpreende com a riqueza dos instrumentos, a energia e a habilidade de transitar em momentos da canção de forma tão natural. Pra dançar e pra curtir, e apreciar um pouco o instrumental brasileiro.

27 Fábio Góes- Zonzo (2015)

Não conhece Fábio Góes?! Pois é! O cantor lançou um dos melhores álbuns pop da década oferecendo ótimas canções com pitadas de eletropop e melodias cativantes. Com participação de alguns nomes como Transmissor, André Faria e até Tulipa Ruiz, Zonzo tem uma atmosfera alegre com uma produção bem legal.

26 Mombojó- Alexandre (2014)

Inspirado em um sintetizador que falava “Are You Sure?” que no fim virou “Alexandre”, Mombojó se apropriou dos sintetizadores, sem deixar o som característico da banda de lado, colocando mais texturas nas canções e criando diferentes climas em uma canção (“Summerlong” como exemplo).

25 Skank- Velocia (2014)

O último álbum oficial de estúdio dos mineiros do Skank teve participação em composições o parceiro de longa data Nando Reis, BNegão e Lia Paris. Sem deixar a empolgação da banda cair, a banda oferece ricos instrumentais trazendo diferentes atmosferas cada canção sem perder uma linha pop que a banda criou para sí. Um dos melhores álbuns das últimas safras do Skank, uma pena mesmo que anunciaram o fim.

24 Thiago Pethit- Mal Dos Trópicos (Queda e ascensão de Orfeu da Consolação)(2019)

Thiago Pethit foi um artista que brilhou muito nesta década, porém, foi mesmo o último trabalho do cantor paulistano que nos emocionou. Brilhantemente misturando MPB, samba e orquestra- Thiago Pethit oferece em Mal Dos Trópicos a história de um Orfeu paulistano nas letras do álbum e retrata bem com imagens classicas os acontecimentos de Orfeu da Consolação.

23 Barro- Miocárdio (2016)

Trazendo MPB junto com ritmos pernambucanos, Barro consegue trazer uma variedade de canções diferentes, e bem cativantes, em arranjos bem produzidos logo no primeiro álbum. Álbum variado, com participação de Catalina García, Juçara Marçal, Lisa Moore e Serena Altavilla, Barro oferece um álbum maduro, delicioso e suave que te leva à uma tarde em Recife.

22  Arthur Nogueira- Rei Ninguém (2017)

Uma das pérolas da música nacional que pode passar despercebido. Arthur Nogueira traz composições em que o intrumental ilustra bem as ótimas poesias de suas letras.  Com direito a até um cover delicado de Bob Dylan, Rei Ninguém é talvez um dos melhores álbuns pop/mpb- delicado, com ótimos arranjos e produções  e nossa recomendação de – vá pelamor de deus ouvir este álbum.

21 Cícero- A Praia (2015)

Começando da mesma nota e ritmo que deixou em Sábado (2013), Círeco coloca nas letras um pouco da mudança que fez para São Paulo, sem deixar de ainda retratar o cotidiano carioca em suas letras. Sonoramente, Cícero aposta na leveza para criar um álbum sutil com um instrumental rico, mas bem delicado.

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20 Banda do Mar- Banda do Mar (2014)

Banda composta por Mallu Magalhães, Marcelo Camelo e Fred Pinto, Banda do Mar conquistou nossos ouvidos com melodias cantadas por Mallu e Marcelo e com letras distintas destes dois compositores. Com produção orgênica, mas de bom alto astral, e ótimas guitarras de Camelo, o álbum é de fácil audição e ótimo para aquele momenro para relaxar.

19 Céu- APKÁ! (2019)

O último álbum de Céu ainda encorpora alguns traços de Tropix (2016), trabalho recheado de influências dos anos 80, e fez um álbum mais sensível tendo como um tema maio o amor. Quanto a sonoridade, Céu traz uma suavidade única, com traços de eletrônica e um dostrabalhos mais acessível da cantora.

18 Holger- Sunga (2010)

Mistuando indie rock com uma sonoridade mais tropical (sim, sabemos que axé music teve um grande papel aí). Sunga tem canções cantadas em inglês, mas tem ritmos irresistíveis com ótimas guitarras e tecladinhos, além da banda sempre inovar na bateria. Um dos álbuns mais divertidos da década.

 

17 Tulipa Ruiz- Êfemera (2010)

O álbum de estréia de Tulipa Ruiz, Efêmera conta com as letras cheias de aliteração e observações da rotina, junto com o instrumental delicado, bem mais simples que os álbuns seguintes, mas que dá aquela magia e uma suavidade que faz o trabalho especial.

16 Vanguart- Beijo Estranho (2017)

Em um álbum rico em instrumentação, Helio Flander canta sua histórias de amor, junto com arranjos impecáveis da banda em melodias luxuosas, com violino brilhando, assim como os pianos, que combinam bem com as mensagens das canções.

15 Marcelo Jeneci- Feito para Acabar (2010)

No primeiro álbum, Feito Para Acabar, Marcelo Jeneci divide os vocais com Laura Lavieri e também a autoria das canções com nomes renomados da MPB, como Chico Cesar e Arnaldo Antunes. Conquistando o público com um som doce, otimista e suave, o álbum tem a presença de seu acordeão, boas percussões em um álbum bem conciso.

14 Tribalistas- Tribalistas (2017)

Os Tribalistas demoraram 15 anos pra voltar, mas quando voltaram -estouraram novamente. Trabalhando temas atuais sem cair no cliché, os Tribalistas conquistaram o público novamente com as percussões de Carlinhos Brown, os vocais suaves de Marisa Monte e as letras de Arnaldo Antunes.

13 Mahmundi- Mahmundi (2017)

Um álbum totalmente solar, Mahmundi trabalhou bem os sintetizadores com um pé nos anos 80 e ofereceu um dos melhores álbuns indie-pop.  Com sua voz suave sob os arranjos com um ritmo cheio de groove, Mahmundi soube misturar bem a influência dos anos 80 com um som bem moderno e único.

12 5 a Seco- Policromo (2014)

O segundo álbum oficial e o primeiro em estúdio, 5 a Seco ofereceu mais canções com uma poesia rica, com direito à muitas aliterações e poesias envolvidas agora com arranjos bem elaborados que destacam mais as palavras dos meninos. Mais experimentais neste álbum, a banda arrisco com ritmos e em até um rap em “Fiat Lux”. Álbum cheio de criatividade além de trazer diversão, reflexão e conforto.

11 Jay Vaquer- Ecos do Acaso e Casos de Caos (2018)

O último trabalho de Jay Vaquer tem canções retiradas de um musical em que Jay Vaquer escreveu e que conseguiu  colocar em cartaz este ano. Ainda tratando de temas espinhosos ainda com muitas metáforas e aliterações ótimas e que provocam pensamentos e opiniçaos, Jay Vaquer traz o melhor do rock pop com arranjos viciantes e bem produzidos.

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10 Terno Rei- Violeta (2019)

O álbum queo finalmente expôs o trabalho dos meninos do Terno Rei a nível nacional, e uma popularidade merecida. Encorporando um pouco de pop sem deixar de fazer indie rock bem honesto, a banda trabalhou com referências do final dos anos 80, começo dos anos 90,com uma sonoridade mais suave. Com relacionamentos como tema, e muitos sentimentos, principalmente de solidão trabalhados bem honestamente, o álbum conquista o ouvinte com o som e a sensibilidade das canções.

9 Mombojó- Amigo do Tempo (2010)

Trazendo o melhor de seu som pernambucano, Mombojó mistura diversas sonoridades em um rimto único e inovativo da banda marcando o começo dos anos 2010s. Surpreendendo sempre o ouvinte com as direções que a canção pode tomar, a banda também traz letras sobre a rotina, Recife e relacionamentos.

8 Tim Bernardes- Recomeçar (2017)

Na primeira aventura de Tim Benardes em carreira solo, o músico ofereceu uma obra prima sonora.  Delicado e transbordando em emotividade Recomeçar aborda aquele momento de  pegar os cacos do chão e tentar enfim, recomeçar- com muita delicadeza, perserverança e sabedoria de deixar as coisas levarem um rumo diferente.

7 Baleia- Atlas (2016)

Baleia deu um salto enorme em sonoridade em seu segundo álbum Atlas. Com um som mais dark e encorpado, a banda surpreendeu com um álbum intenso com um instrumental bem mais experimental que leva o ouvinte à várias fases de uma história que é contada ao longo do álbum. Com certeza, um dos pontos altos da carreira da banda e da música nacional desta década.

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6 Apanhador Só – Meio Que Tudo É Um (2017)

Apanhador Só arriscou ainda mais no experimental e em Meio Que Tudo É Um, traz um álbum que transita em sonoridades mais experimentais à gêneros populares como pagode- tudo encorpado no som único da banda. Nas letras, as observações clínicas de situações como uma cidade na chuva e o metrô de São Paulo, é o que faz a magia do álbum.

5 Silva- Vista Pro Mar (2014)

No segundo álbum de Silva, Vista Pro Mr, o cantor capixaba conseguiu colocar todo o seu eletropop junto com MPB em pop em 11 canções em que o tema água esteja presente. De praias de infância e metáforas com água, Silva teve até Participação de Fernanda Takai em “Okinawa” e um aconchego e otimismo no coração.

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4 Dingo Bells- Maravilhas da Vida Moderna (2015)

Abordando temas e dilemas que todos adultos enfrentam lá pelos começo dos 30, com delicadeza, humor e muita sensibilidade, Dingo Bells aproveita também a diversidade da sonoridade brasileira e mistura o suingue e magia da banda tanto com as letras e sons, oferecendo um álbum diverso sonoramente e um retrato fiel dos sentimentos de uma geração.

3 Mallu Magalhães- Pitanga (2011)

Misturando canções em inglês e português, Mallu Magalhães encorpora MPB e samba em um som pop gostoso (sem deixar um som resquício de folk) com uma produção caprichada. As letras confessionais e mais maduras, comparando ao projeto anterior, marcaram o começo dos 2010s e ainda esão na boca de muita gente.

2 O Terno- Melhor do Que Parece (2016)

O Terno já tinha experimentado com uma sonoridade mais autoral no segundo álbum O Terno que também tinham experimentações, uma sonoridade flertando com anos 60 e definindo seu som. Mas foi em Melhor do Que Parece que a banda maturou o som sem tirar as influências anteriores, experimentou até com lguns ritmos incluindo samba raiz,  e ofereceu ótimos instrumentais e letras bem elaboradas.

1 Cícero- Canções de Apartamento (2011)

O primeiro álbum de Cícero  despontou o cantor para a fama e um dos maiores nomes da cena brasileira. Álbum feito no quarto de seu apartamento e inspirado no término de um relacionamento- Cícero inspira com seus acordes de violão, na sinceridade e melancolia de seus versos e nas guitarras e acordeões que dão um toque especial. Canções de Apartamento já inspirou muita gente a fazer música, e por sua simplicidade, honestidade e com um som que comforta um pouco a dor- é a nossa escolha de melhor álbum da década.