Melhores Músicas Internacionais 2010-2019

Com o final da década, vimos como a tecnologia deixou diponível canções dos artistas mais obscuros a poucos cliques. Esta democratização da música teve pontos bons  e ruins, hoje o número de visualizações e cliques contam mais do que às vezes a qualidade da canção. Fizemos então nosso balanço da década e juntamos as 100 melhores músicas internacionais do período de 2010 e 2019. Colocamos aqui os artistas que apareceram no blog, tanto conhecidos ou não que tiveram músicas que cativaram e nos fizeram cantar, nos emocionar e admirar o instrumental e poesia. Segue então nossa lista das canções que marcaram os 10s:

100 The Wombats- “Lemon to a Knife Fight”

Trazendo e reforçando uma vibe bem indie, “Lemon To A Knife Fight”, tem aquele refrão que explode com um instrumental mais elaborado e um ótimo violão por toda a canção, sem falar do riff de guitarra. Uma das canções que mostra bem que o indie rock ainda term uma força.

99 Gotye- “Somebody That I Used to Know”

Sim, o hit de 2011 que você ouviu direto até em lojas de departamento, mas que secretamente todo mundo gosta. “Somebody That I Used to Know” colocou o cantor australiano no mapa junto com Kimbra e sua canção delicada que explode com aquele refrão viciante.

98 Screaming Maldini- “Bearings”

Uma das músicas mais divertidass da falecida banda de Sheffield, “Bearings” tem um tom épico com a super banda sem perder a delicadeza e a amosfera náutica. Com vocais e uma ótima linha de baixo, a canção é uma das melhores que a banda colocou no mundo.

 

97 Sara Bairelles- “Uncharted”

A segundo canção de Kaleidoscope Heart e o segundo single do álbum, Sara Bareilles oferece uma canção viciante com um piano alegre e letras de fim de relacionamento, que aliviam bem a dor.

96 The Killers- “The Man”

Hit de Wonderful Wonderful, “The Man” é talvez uma das faixas que mais trouxe aquela vibe de The Killers que conquistou todo mundo nos 00s. Com letras perguntando “Who’s the Man?”, a faixa ainda consta com ótimos riffs de guitarra e uma ótima melodia.

95 Miles Kane- “Rearrange”

Um dos primeiros hits de Miles Kane, “Rearrange” tem solos de guitarra típicos do cantor e uma atmosfera dos anos 50 e 60. Com um refrão bem viciante, e uma melodia bem gostosa, o cantor conquistou um bom público no começo da década com esta canção.

94 Feist- “Pleasure”

Demorou 6 anos, mas “Pleasure” canção de mesmo álbum do álbum de Feist, mostrou a volta de Feist com um instrumental mais minimalista, mas mostrando uma interpretação genial da cantora.

93 Soccer Mommy- “Scorpio Rising”

Uma dos nomes da nova geração de rock, Soccer Mommy conquistou o coração de muita gente com a balada “Scorpio Rising”. Relembrando um pouco o rock do final dos anos 90, a canção tem uma bela história que acompanha uma melodia bem rica.

92 Ryan Adams- “To Be Without You”

Em Prisioner, Ryan Adams mais uma vez escreve sobre  sobre decepções amorosa  como sente a falta da pessoa em sí. Todos os sintomas de fim de relacionamento são descritos nas letras que acompanham a melodia com um belíssimo violão

91 Miracles of Modern Science- “Luminol”

Miracles of Modern Science era uma daquelas bandas brilhantes que apareceram na internet fazendo covers bem legais, mas que também tinham um repertório fenomenal. Com instrumentos de corda, a banda ofereceu uma das suas melhores músicas com Luminol- agitado, divertido e contagiante.

90 My Brightest Diamond- “Champagne”

A evolução de My Brightest Diamond neste ano foi linda. Experimentando com fanfarras e chegando a um excelente pop, em “Champagne” a cantor oferece um dos melhores canções da carreira (em inglês e francês). Experimentando com eletronico com uma voz suave, backing vocals poderosos e uma mensagem super positiva nas letras.

89 Alvarez Kings- “No Resolve”

Uma das canções que vimos desde a versão demo e acústica, Alvarez Kings turbinou a música com belos arranjos em eletropop. Com mensagens super lindas de amor, a canção mantêm a suavidade sendo uma das melhores canções da banda.

88 Meiko- “Bad Things”

Canção que entrou até em trilha sonora de seriado, “Bad Things” traz toda a suavidade dos vocais de Meiko junto com uma melodia mais trabalhada com alguns instumentos extra e toques em eletrônicos que aumentam a atmosfera misteriosa da canção.

87 Jessica Pratt- “Back, Baby”

Jessica Pratt é uma das pérolas desta geração de cantoras, com um aspecto de melodias dos anos 50 e 60, em “Back, Baby”, Jessica canta com sua voz característica e sua linda interpretação com o acompanhamento de um violão. Preste atenção nesta moça. Muito talento.

86 Lucy Rose- “Bikes”

Com um folk pop bem fofo, com sua interpretação suave, “Bikes” cresce após o refrão, com uma melodia contagiante e delicada, sem deixar as letras e a voz de Lucy brilharem.

85 Sisyphus- “Calm It down”

A combinação entre Sufjan Stevens, Son Lux e  o rapper Serengeti, nos ofereceu umas das faixas de rap mais legais. Com influência notavel de Son Lux e Sufjan na melodia da canção- a canção também brilha nas rimas com uma mensage sincera e direto ao ponto.

84 Cat Power – “Woman”

Com parceria com Lana del Rey nos backing vocals da canção, “Woman” é uma canção super confortável e suave com um instrumental delicadíssimo que cresce sem deixar de destacar as vozes e a mensagem  de Cat Power.

83 Catfish and the Bottlemen- “Kathleen”

Uma das canções que despontou a banda inglesa pro cenário internacional, “Kathleen” conta a relação com a namorada Kathleen em um indie rock com ótimas guitarras e um ritmo  que explode no refrão com gritos e uma guitarra diferente.

82 Kaye- “Honey”

Com uma energia em alto, “Honey” fala de alto-aceitação com várias guitarras sujas, um coral em Hey-ho e misturando rock e pop com maestreza.

81 Blossoms- “Your Girlfriend”

Em uma melodia ótima com um belo baixo e toques de sintetizadores dos anod 80, Blossoms contam a história de um rapaz que se apaixona pela namorada do melhor amigo. Belo tema e ótimo som, não tem como não dar certo.

80 Devendra Banhart- “Baby”

Embora de 2009, a canção foi lançada como single e 2010. Talvez uma das mais conhecidas de Banhart,”Baby” tem um som bem delicado, letras psicodélicas e uma boa dose de influência brasileira na música, além de um riffzinho bem legal no meio da canção.

79  Janelle Monae- “Tightrope”

Um dos primeiros singles de Janelle Monaé, “Tightrope” com a participação de Big Boi, tem uma vibe Motown nos arranjos, juntos com os vocais impecáveis de Janelle. Uma canção bem orgânica que não te deixa parado

78 Jenny Lewis- “She’s Not Me”

Vindo de um dos melhores discos de pop da década, Jenny Lewis confessa toda a sua decepção amorosa nas letras de “She’s Not Me”, ainda com uma melodia com influência dos anos 60 e bem cativante.

77 Bat For Lashes- “Kids In the Dark”

O último hit de Bat For Lashes é a introdução do mundo de Nikki Pink, a personagem em inspirou o álbum Lost Girls. Com muitas referências dos anos 80, especialmente nos sintetizadores suaves, a canção conquista com a delicadeza da melodia e da confissão nas letras da canção.

76 Jonathan Something- “Heartbreaker”

Com uma atmosfera dos anos 60, uma guitarra genial e um arranjo de violino- tudo oferecendo um refrão viciante e cativante. Com letras hilárias e bem honestas sobre o fim de relacionamento,  Jonathan Something conquista com seu som e palavras.

75 Allen Tate- “Keeping You Awake”

Vocalista do San Frmin, Allen Tate lançou seu álbum solo em 2016, e nos conquistou com este lado B. “Keeping You Awake” tem um ótimo baixo que combina com o barítono de Tate e explode no refrão com uma guitarra, backing vocals e altamente viciante.

74 Hot Soles- “Ready to Burn”

Este duo de Sheffield encanta com bateria e guitarra em um som bem agitado e dançante, alucinante, com uma química incrível. “Ready To Burn” é só um dos exemplos das boas guitarras e ritmo da banda.

73 White Lies- “Tokyo”

Canção do último álbum dos ingleses do White Lies, “Tokyo” tem sintetizadores que oferecem aquele clima misterioso e ao mesmo tempo leve para a canção. Com uma das melhores linhas de baixo que a banda fez, junto com letras pra cantar.

72 St Vincent & David Byrne- “Weekend in the Dust”

Misturando a voz e a expertise experimental com guitarra e sinths de St Vincent junto com a maestria e os sopros da banda de David Byrne, “Weekend in the Dust” traz bem o instrumental destes dois artistas com um vocal delicade de Annie Clark.

71 Manchester Orchestra-“Simple Math”

Uma balada em que é se discutida uma ficticia infidelidade, “Simple Math” tem um arranjo bem etéreo sem deixar de ter uma guitarra bem precisa. A interpretação do vocalista Andy Hull também é precisa e emociona bastante.

70 A Fine Frenzy- “Now Is The Start”

Uma das canções mais animadas de Alison Sudol (que na época ainda atuava com o projeto A Fine Frenzy), “Now Is The Start” é otimista, cantada em coro e bem motivacional e bem pessoal da cantora.

69 The Maccabees- “Marks to Prove it”

Canção que abre o último trabalho doa meninos do The Maccabees, tem um instrumetal que transita mas mantém o ritmo rápido e aqueles toques especiais no arranjo da canção.

68 Eric Hutchinson- “Basement”

Com um pop super dançante e muitas referências sonoras dos anos 60 com um piano e ritmo sensacional, Eric Hutchinson convida o ouvinte para visitar o porão onde vai ter muita música boa.

67 ROSALÍA- “Malamante”

A canção da cantora que mistura muito bem o pop com o flamenco, Rosalía surpreendeu um público imenso com as palmas fazendo a percussão, a sua voz hipnotizante no refrão e sua história cantada em espanhol.

66 Bon Iver- “33 God”

Com 3:33 de duração, “33 God” foi o primeiro single do álbum em que Bon Iver começou a brincar com sintetizadores e samples (neste caso de Paolo Nutini). Com texturas diferentes, Bon Iver consegue oferecer uma experiÇencia sonora única. Use bons headphones pra isso.

65 Angel Olsen – “All Mirrors”

Estavamos entre “Shut Up and Kiss Me” e “All Mirrors”, mas a última talvez trouxe uma maior sofisticação da cantora que finalmente usou os sintetizadores e abraçou seu lado negro e se inspirou na Elvira! Como uma faixa saida dos anos 80, com camadas bem feitas, sem deixar de ser poderoso e delicado ao mesmo tempo.

65 Snow Patrol- “Life On Earth”

Com um instrumental típico da banda que cresce  e se transforma no refrão, “Life on Earth” tem letras sensíveis sobre a humanidade e a complexidade em ser humano. Com violões presentes, assim como guitarras pontuais.

64 MIA – “Bad Girls”

Um dos grandes hits de MIA nesta década, em “Bad Girls” canta seu rap com uma melodia como base cheia de influência de músicas do oriente médio. Falando de um lifestyle, além de ser bem direta nas letras- MIA fala sobre empoderação antes de ser modinha.

63 Grizzly Bear- “Mourning Sound

Com uma melodia hipnotizante como base, “The Mourning Sound” também conquista com oas guitarras pontuais e até com a troca de vocalistas no meio da canção. A delicadeza  dos arranjos e a percussão da canção fazem uma das mais legais da banda.

62 Lily and Madeleine- “Fumes”

“Fumes” é tão delicada, com um instrumental folk bem executado e com as vozes das irmãs Lily and Madeleine  se misturando em algumas partes da canção. Uma das melhores faixas folks do ano.

61 Marina (and the diamonds)- “Primadonna”

O hit da Marina (and the Diamonds) que a introduziu pra boa parte de seu público é talvez uma das canções mais chicletes legais da época. Misturando super bem um pop com partes acústicas e toques de eletrônicos, “Primadonna” introduz bem o personagem de Electra Heart e diverte bastante.

60 Miike Snow- “Genghis Khan”

Suecos sabem fazer música pop boa, e “Genghis Khan” é um bom exemplo disso. Misturando bem o eletrônico, com vocais suaves, sem deixar de ser dançante, a canção termina também conquitando com um refrão fácil de cantar.

59 Of Monsters and Men- “Little Talks”

O hit da banda islandesa The Monsters of Men que conquistou a todos, “Little Talks” tem um diálogo entre irmçaos e um tom meio dark nas letras, mas muita alegria no instrumental com até um acordeão e “heys”.

58 Ben Howard- “Only Love”

Muita gente não conhece Ben Howard, mas o cantor folk foi uma das grandes referências do gênero esta década. Com sua voz e interpretação única, “Only Love” também tem um instrumental minucioso com um violão e percussão bem bonitos.

57 Franz Ferdinand- “Love Illumination”

Uma das músicas mais divertidas de Franz Ferdinand, “Love Illumination” tem ótimos riffs de guitarras e vocais mesclados de Kapranos e Nick McCarthy. Em um alto astral, a canção empolga do começo ao fim, e parece ser demais ao vivo.

56 Natalie Prass- “Fire”

Uma dos singles do ultimo álbum de Natalie Prass, “Fire” tem instrumental rico e delicado, com um refrão bem instenso, mas mesmo assim, contém os vocais bem sutis de Natalie, trazendo uma paz e uma vontade de dançar incrível.

55 Marlon Williams- “What’s Chasing You”

Em uma vibe anos 60, com uns vocais que relembram um pouco Elvis Presley, o neo-zelandês Marlon Willians nos conquistou com essa música super gostosa, com ótimas guitarras e a voz de veludo de Marlon.

54 alt-j- “3WW”

Em “3WW” (Three Worn Words), abrindo com um instrumental bem delicado, mas com um pezinho no eletrônico, a canção cresce com os dois vocalistas da banda, até explodir no refrão, e com o ponto de vista da garota da canção também. Super delicada e bonita, mostrando uma bonita história de amor.

53 Courtney Barnett- “Avant Gardener”

Com o ritmo único de Barnett, a garota canta todas as suas impressões que teve em uma segunda feira que levantou mais tarde. Com melodias suaves em que sua guitarra ainda assim brilha, “Avant Gardener” foi então uma das nossas escolhas.

52 Lykke Li- “I Follow Rivers”

Um dos hits da cantora sueca Lykke Li, “I Follow Rivers”, tem um toque na melodia do oriente médio, e um refrão que todo mundo reconhece (e sabe cantar). A voz e interpretação de Lykke Li ainda tem aqueles traços inocentes que caem bem com a melodia da canção.

51 Inlets- “Bright Orange Air”

Sim, sabemos que não conhecem Inlets, mas a simplicidade desta canção é tão bom que deveríamos colocar aqui. Com um ótimo dedilhado de violão e voz, a canção ganha mais vida no refrão, com backing vocals e percussão com tudo. Simples, mas com uma produção que parece que você está com o músico na sala de casa.

50 Sufjan Stevens- “Impossible Soul”

Uma das músicas mais complexas de Sufjan Stevens, “Impossible Soul” tem 25 minutos e cerca de 5 movimentos dentro dela. Relatando todos os sentimentos de uma separação, a canção lida com o término à aceitação e festa passando por arranjos e letras  fenomenais de Stevens.

49 Arcade Fire – “Ready to Start”

Uma das canções mais divertidas de Arcade Fire no instrumental rico e bem empolgante, Butler abre o jogo que iria “se vender” um dia nas letras pra conseguir sobreviver no mercado- mas com um tom bem direto.

48 The Revival Hour- “Beehive”

O duo feito por DM Stith e John Mark Lapham fieram bonito esta década com um álbum e dois EPs bem legais, mas nosso favorito foi “Beehive”. Crescendo delicadamente a cada estrofe com DM cantando, a canção também se destaca com a percussão intensa e um arranjo que te leva e te toca.

47 The Last Shadow Puppets- “Aviation”

A música que fez The Last Shadow Puppets voltar, “Aviation” tem o toque clássico de Alex Turner e Miles Kane, com aquela guitarra e atmosfera 007. Com letras cheias de metáforas e muitas referências, a canção cantada por Miles Kane traz uma vibe bem

46 Mumford and Sons- “Little Lion Man”

Algumas pessoas vão torcer o nariz, mas é inegável que tanto Mumford and Sons e “Little Lion Man” foram bem significativos no começo da década. E a faixa é boa. Com a onda folk, a banda tem um arranjo leval com violões e banjo e com a interpretação raivosa de Marcus Mumford, a faixa tocou bastante, mas ainda assim ressoa.

45 Lizzo- “Juice”

Em pleno 2019, Lizzo surge com uma faixa divertida e super relevante que a fez entrar no pop mainstream e fazer a cena mil vezes mais interessante. Com influência dos anos 80, a cantora entrega um música com letras hilárias e um ritmo que é dançante e cativante.

44 The National- “Terrible Love”

Com um intrumental rico e incrível , que te leva a diversos estados de espírito- com ua hipnose no começo da canção às explosões de instrumentos, Matt Berninger fala sobre alcolismo nas letras da canção, que tem uma interpretação bem maior se incluirmos o instrumental que acompanha a canção.

43 First Aid Kit- “My Silver Lining”

O duo folk First Aid Kit abraçaram Americana e o sotaque americano e ofereceram uma faixa rica com acompanhamento de violinos e com um boa contação de histórias. A voz das meninas e o instrumental meticuloso nos conquistaram.

42  Vampire Weekend- “Cousins”

Com arranjos intensos com baterias de fanfarras e uma ótima guitarra, “Cousins” conquista com a instensidade da canção com flertes de ska e surf music.

41 Gorillaz- “On Melancholy Hill”

Um dos melhores hits de “On Melancholy Hill”, tem uma melodia suave, mas bem alegre, com um instrumental que brinca com eletrônico mas mantém a serenidade da canção. 2D fala nas letras sobre aqueles momentos melancólicos- com uma nostalgia e malancolia na voz.

40 Billie Eilish- “bad guy”

Com um ótimo baixo ditando a canção, Billie Eilish canta uma ltra cheia de trocadilhos sem deixar de ser brincalhona em um arranjo que transmite várias idéias com poucos elementos, graças a produção de seu irmão Finneas.

39 Haim- “Forever

Uma das canções que apresentou as irmãs Haim para o mundo, “Forever” brilha com uma boa percussão e com uma linha de baixo bem presente. Letras sobre o fim de um relacionamento cantadas por Danielle também são um dos nossos highlights.

38 Florence and The Machine- “Hunger”

Uma das canções mais pessoais de Florence,  com um instrumental bem delicado e um piano e bateria ditando a canção, Florence Welsh fala sobre aquela “fome” de ago que sempre temos mas não conseguimos satifazê-las. Falando sobre suas próprias experiências, a cantora faz entçao uma faixa delicada e universal.

37 The Paper Kites- “Electric Indigo”

The Paper Kites, banda australiana conquistou com essa canção suave. Com um arranjo que conquista o ouvinte com a bateria espaçada e a ótima guitarra, “Electric Indigo” é talvez a faixa mais eletrônica, sem deixar de ser super delicada.

36 Elbow- “Kindling”

Canção que fecha Little Fictions, “Kindling” tem uma melodia delicada sem deixar de ter a grandiosidade de Elbow com instrumentos de corda e voz de Guy Garvey. Simulando o ritmo de trem Garvey fala sobre a falta que sua amada faz com aqueles pequenos detalhes do dia a dia.

35 Reverend and The Makers- The Wrestler

Em um dos álbuns mais dançantes da banda, “The Wrester”, uma das canções de trabalho, tem letras hilárias, com várias metáforas com boxe, sem deixar o ritmo cair. Com muitos sintetizadores junto com um instrumental orgânico, essa música vai te fazer dançar e dar umas risadas.

34 Andrew Bird- “Pulaski At Night”

O rei do violino e assobio ofereceu em um EP, um de seus melhores trabalhos. A canção cresce a medida que a canção progride e encanta com um belíssimo violino e belas visões de Chicago à noite.

33 Moses Sumney- “Rank & File”

Assim como no vídeo que colocamos abaixo, “Rank & File” é uma canção que acontece em camadas, além de ter um approach bem energético (e ótimos samples de exército na canção gravada).A canção é bem minimalista, mas a interpretação precisa de Moses Sumney transmite a maioria dos sentimentos da canção.

32 Local Natives- “When Am I Gonna Lose You”

Música recente de Local Natives que chama atencção pela harmonia vocal e da batida alegre, mesmo com as letras com certa angústia de perder alguém. Com metáforas bem pensadas e com um bom ritmo, impossível nçao gostar da música.

31 Hey Sholay- “B is for Berlin”

Conhecemos essa música no Soundclous. Em “B i s for Berlin”, Hey Sholay pondera o nosso escasso tempo na Terra embalados por uma música hipnótica ns versos e com um refrão bem animado- detalhe para o órgão que acompanha a canção.

30 Mystery Jets- “Bubblegum”

De forma super delicada, Mystery Jets fala nas letras de amizades que acabaram e aquele sentimento estranho logo após o afastamento, mas sempre com um pensamento positivo. Com o acompanhamento de um violão, e com um refrão com um riff presente. Mystery Jets trouxe uma canção relevante nas letras e com um instrumental bem legal.

29 Son Lux- “Slowly”

Conseguindo trazer canções bem naturais com o uso do sintetizador, “Slowly” tem um interpretação bem sincera do vocalista da banda Ryan Lott. Com um instrumental com alguns recortes, a música conquista com a sinceridade crua e os bom sintetizadores.

28 DM Stith- “War Machine”

Parte do álbum Pigeonheart, DM Stith faz um som dançante experimentando com texturas e com sons eletrônicos, sem deixar  de calocar sua voz suave e oferecer um pouco de aconchego para o ouvinte. A faixa é dançante, delicada e intensa.

27 San Fermin- “Sonsick”

“Sonsick” tem um instrumental que cresce e explode com violinos e saxofones- mas a interpretação suave da canção conquista com as letras de querer se apaixonar por alguém por uma pressçao pessoal e não por amor. Arranjos que faz o ouvinte sentir a confusão, culpa, além de ser bem catártica.

26 Adele- “Rolling In The Deep”

Inspirada em algumas músicas do gêneroAmericana que seu motorista costumava ouvir durante a turnê nos Estados Unidos, Adele junto essa sonoridade mais elaborada e combina seu vozeirçao e faz um dos hits mais executados (merecidamente) da época.

25 Pepé Deluxe- “Night and Day”

Sim, sabemos que vocês não conhecem Pepé Deluxe, e nem sabems o que deu da banda, mas a canção que tem toques de bossa nova com uma vocalista que te guia pela canção maestramente, e um riff de guitarra que encerra a canção grandiosamente. Não tem como não gostar.

24 Grimes- “We Appreciate Power”

Uma das melhores músicas de rock pop veio da artista caixinha de surpresas Grimes. Com ótimas guitarras e influênciada por Sci Fi, Grimes fala sobre poder com sua voz suave e meiga de um modo bem irônico.

23 Alex Turner- “Stuck on the Puzzle”

Parte da trilha sonora do filme Submarine, “Stuck on thePuzzle” mostra um lado lírico bem forte de Alex Turner, com aqueles detalhes ricos combinado com um arranjo mais simples com violão e voz.

22 Miaoux Miaoux- “Luxury Discovery”

Mestre dos sintetizadores, Miaoux Miaoux usa seu som eletrônico para trazer uma das melhores faixas eletropop combinando com uma boa guitarra e um refrão bem viciante e de bom astral.

21 Dutch Uncles- “Oh Yeah”

Influenciados na década de 80, com sintetizadores e batidas além de letras nonsense (tirando um bom sarro), Dutch Uncles oferece uma faixa gostosa, nostalgica e com a marca registrada da banda.

20 Mark Ronson e Bruno Mars- “Uptown Funk”

Junte Mark Ronsons e Bruno Mars e  um musicão saiu! Com um groove incrível com influçencia de Motown, Bruno Mars arrasa nos vocais enquanto a produção de Mark Ronson foca em ser orgânico sem deixar de fazer você dançar.

19 Slow Club- “In Waves”

Canção do último álbum do duo, “In Waves” tem Rebecca Lucy Taylor nos vocais e com letras super confessionais sobre seus hábitos e impressões. com um instrumental delicado, até com uma influência de bossa nova na bateria, dá mais ênfase pra mensagem e interpretação de Rebecca.

18 The Black Keys- “Gold On The Ceiling”

Com muito ritmo e um som cru e cheio de soul, com guitarras maravilhosas, “Gold On the Ceiling” também tem um coral Gospel que acompanha Dan Auerbach. Um dos clássicos de The Black Keys e da década.

17 Arctic Monkeys- “R U Mine?”

Confessamos que AM não é nem de longe nosso álbum favorito dos Arctic Monkeys, mas é inegável que “R U Mine” traz as guitarras mais agressivas e aquela bateria de Matt Helders que gostamos muito de ouvir. Talvez a que mais tem a identidade moderna e antiga da banda, junto com boas letras de Alex Turner. Sim, musicão!

16 Aldous Harding- “The Barrel”

Com um violão guiando a canção e um instrumental riquíssimo e delicado, Aldous Harding canta sua história cujo significado é difícil de decifrar, mas que mesmo assim conquista o público com sua voz suave.

15 The Dodos- “Substance”

Com uma ótima bateria e guitarra abrindo a canção, o duo de São Francisco The Dodos faz um som  consistente com um refrão  mais acolhedor e pra cantar. Falando sobre fim de relacionamento em meias palavras, a mensagem acompanha o ritmo da canção que também inclui um belo  solo de trompete.

14 Tune-Yards- “Bizness”

Uma das canções mais inovadoras, “Bizness” usa pedais em loop e com uma persussão intensa e os vocais crus de Merrill Garbus fazem uma canção contrastante ora meiga ora agressiva crescem e encantam. O solo de saxofone no meio da canção também dá um toque espeial na canção.

13 Foals- “My Number”

Misturando pop e math rock, Foals faz uma canção dançante de fim de relacionamento. Bem dançante, a canção tem ótimas guitarras e um refrão digno de catnt em festival grande.

12 Two Door Cinema Club- “Undercover Martyn”

Impossível não voltar pra 2010 e não lembrar desta música. Uma dos hits que colocou Two Door Cinema Club no mapa tem guitarras sensacionais e dançantes com aquela linha de baixo presente e uma percussçao bem legal. Aposto que dançaram esta canção no ano passado.

11 St. Vincent- “Cruel”

Canção de Strange Mercy, “Cruel” tem uma atmosfera suave e um riff de guitarra bem identificável. A canção também se intensifica pro final da canção até mesmo os instrumentos de corda lá no fundão dos arranjos.

10 Paramore- “Hard Times”

Paramore fez pop, e um pop de alíssima qualidade, para falar de temas pesados como depressão em uma canção com várias influências dos anos 80, especialmente no refrão fácil de cantar, e no ritmo delicioso da canção.

9 Daft Punk- “Get Lucky”

Sim, sabemos que você já dançou “Get Lucky” em alguma festa! O hit de Daft Punk brincou com uma sonoridade mais orgânica sem deixar o groove eletrônico da banda de lado e contou com a participação de Pharell Williams. Encantou a todos e virou um clássico.

8 Mitski- “Nobody”

Instrumental simples com piano, percussão e voz,  que cresce com nos refrões, teve como inspiração um dia socinha nas Filipinas em que rodeada por pessoas, Mitski ainda se sentia sozinha.  Repetindo seu sentimento de solidão com a palavra “Nobody”, a canção é simples, mas passa muitas verdades por aí.

7 Everything Everything- “No Reptiles”

Começando com bateria eletrônica, Jon Higgs dispara as letras da canção em falseto e coloca toda a sua agressividade no refrão. A canção cresce e termina de um modo fenomenal.

6 Laura Marling- “Devil’s Spoke”

O folk se Laura Marling cresceu e  ganhou corpo no álbum I Speak Because I Can, um dos exemplos foi exatamentente “Devil’s Spoke”, com letras pessoais e um violão intenso e uma percussão que dá um clima dark e misterioso para a canção.

5 Radiohead- “Burn The Witch”

Talvez nossa escolha deva ser peculiar, mas  o intrumental por cordas de “Burn The Witch” é pra nós um dos arranjos mais legais que teve nesta década. As letras da canção também esboçam um pouco do caos que vivemos neste fim de década:

4 Portugal The Man- “Feel It Still”

Com um groove genial com uma linha de baixo esperta, “Feel it Still” conquistou o mundo com o falseto, letras e um ritmo que te embala pra dançar.

3 Fiona Apple- “Periphery”

Percussão feito com sapatos em areia, e o piano marca registrada de Fiona Apple, “The Periphery” é simples, mas com tanta força das palavras, rimas e a interpretação de Fiona Apple que tira o fôlego. Muita gente não prestou atenção nesta música, mas ela é tão sincera e crua que merece nossa lembrança aqui.

2 Sufjan Stevens- “Fourth of July”

Carrie & Lowell já é um álbum difícil de ouvir em alguns momentos da vida, mas em “Fourth Of July”, a dor na garganta aumenta um pouco. De forma super delicada, Sufjan Setevns coloca um diálogo com sua mãe nas letras da canção, em que bem cândida e carinhosa, fala para seu filho aproveitar a vida. A canção é riquíssima nas letras com várias referências à aves, com um instrumental bem delicado com piano e com  mensagem forte de “We’re All Gonna Die” na voz suave de Sufjan.

1 Joanna Newsom- “Good Intentions Paving Co”

Com um piano e muita história pra contar, Joanna Newsom escreve “Good Intentions Paving Company”. Com letras cheia de referências e com títula da canção tirado de uma carta do escritor Saul Bellow para outro escritor Phillip Roth, a cantora canta letras que podem tanto descrever um relacionamento quanto à relação dos Estados Unidos com suas empresas. Com um instrumental lindo e uma melodia cantada que é variada, Joanna Newsom te pega pela mão e te conta uma baita história.