Cidades Musicais: Everything Everything (Manchester)

Uma das bandas mais intrigantes e inovadoras desta geração, Everything Everything sempre ofereceu ótimas letras com muito sarcasmo e observações sobre o mundo junto com melodias únicas, com intrumental complexo, mas que não deixa de fazer o ouvinte dançar ou refletir. A banda que tem membros de partes diferentes da Inglaterra, encontrou o lugar perfeito pra formar a banda em Manchester, lugar em que Jeremy Pritchard (baixista) e Jonathan Higgs (vocalista/guitarrista) se conheceram na faculdade. Conversamos então com Jeremy Pritchard que nos falou um pouco da sua relação com Manchester:

1. Qual é o seu relacionamento coma cidade? O que você gosta e odeia nela?

JP: Metade de nós estávamos aqui em Manchester na Universidade, estudando música, e formamos a banda direto do curso, trazendo os outros membros depois. 

Música é um legítimo jeito de viver por aqui. É uma escolha de carreira legítima. A cena é bem aberta e acessível, e a infraestrutura para formar uma banda além do rápido desenvolvimento ao tocar ao vivo- está tudo aqui para o divulgação boca a boca. 

A desvantagem é que Manchester está imergida nas suas glórias antigas, muito retrógradas nas suas perspectivas. 

2. Como a cidade que você vive é diferente das outras? O que há de especial nela?

JP: A cidade não é como qualquer lugar do mundo, em boas a más maneiras. A essência do lugar difere nisso Há realmente algo na água. É dificil apontar o dedo no que é algo que ainda estou tentando descobrir depois de dezesseis anos aqui. 

3. A cidade ajuda a dar inspiração para escrever? Se sim, que músicas foram inspiradas em cidades?

JP: A cidade ajuda a dar inspiração para escrever? Se sim, que músicas foram inspiradas em cidades?O espírito do radicalismo na música-sempre indo adiante, sempre encontrando algo novo, mesmo se a mídia é mais devagar na aceitação-é a única coisa grandiosa que pegamos da cidade e é um legado, eu acho. Gosto de pensar que a atitude geral da música tem contribuído para uma grande linhagem. de Bee Gees para 10CC, The Fall, Joy Division, Buzzcocks, Happy Mondays, The Smiths, The Stone Roses Magazine, New Order, Oasis, Doves, Elbow, Dutch Uncles, Afrodeutsch. Poderia contiuar…o que define todas essas bandas pra mim é o quão diferentes eles são um ao outro, e as bandas anteriores à eles. 

4. Alguma canção lembra uma cidade da qual você viveu? Como você se sente?

JP: Hoje em dia é “Stretch Out And Wait” dos The Smiths. 

5. Você acha possível conseguir fazer uma música que ressoe a todos e pela música a pessoa entender sentimentos e até um pouco do lugar que você vive?

JP: Sim, acho que sim. Pelo menos parcialmente. Tudo tem sido bem-documentado, particularmente nas letras dos The Smiths, e sonicamente, acho que ainda é o Joy Division que comunica o melhor sentimento. Então ouvintes do mundo inteiro pode ter um boa noção do lugar sem sequer ter vindo aqui. Mas estar aqui e experienciar e entender o que gerou aquela música, completa o quadro. 

Conheça um pouco de Everything Everything:

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1. What’s your relationship with the city? What do you like about it? What do you hate about it?

JP: Half of us were here at university, studying music, and formed the band straight out of that, bringing the other guys in later. 

Music is a legitimate way of life here. It’s a legitimate career choice. The scene is very open and accessible and the infrastructure to form a band and quickly develop by playing live is all here for the taking. 

The drawback is that Manchester is frequently steeped in its past glories, too retrogressive in its outlook. 

2. How is this city different from others you know?

JP: It’s not really like anywhere else in the world, in good and bad ways. The essence of the place differs to that of any other. There really is something in the water. It’s hard to put your finger on why. It’s something I’m still working out how and why after sixteen years here! 

3. Does the city help you to be inspired to write? If so, what song has the city you live in inspired?

JP: The spirit of radicalism in music – always moving forward, always finding something new, even if the media is slower on the uptake – is the single biggest thing we’ve taken form the city and it’s legacy, I think. I’d like to think the general attitude of our music has contributed to that great lineage, from The Bee Gees to 10CC, The Fall, Joy Division, Buzzcocks, Happy Mondays, The Smiths, The Stone Roses Magazine, New Order, Oasis, Doves, Elbow, Dutch Uncles, Afrodeutsch. I could go on… what defines all those bands for me is how different they are to each other, and to what’s gone before. 

4.Does any song remind you of the city you live or lived in? How do you feel about it?

JP: Today it’s Stretch Out And Wait by The Smiths. 

5. Do you believe it is possible through music for people of other places to understand cultural habits, events or feelings that people have in your city?

JP: Yes, I think so. At least partially. It’s been so well-documented, particularly lyrically by The Smiths, and sonically I think it’s still Joy Division that communicate the feeling best. So listeners all over the world can get a good sense of the place without ever coming here. But being here, and experiencing and understanding what informed that music, completes the picture. 

Get to know a little bit about Everything Everything: